Deputado do Chega envolvido no escândalo das malas está nos Açores e disse ter enviado o documento relativo à baixa psiquiátrica ao Parlamento.
Miguel Arruda, o deputado do Chega eleito pelo círculo eleitoral dos Açores envolvido no escândalo das malas furtadas, já está no arquipélago e diz que a renúncia ao mandato pedida esta terça-feira por André Ventura tem que ser "muito bem pensada".
LUSA_EPA
Em declarações à RTP Açores, Miguel Arruda disse ter enviado o documento relativo à baixa psiquiátrica ao Parlamento, mas não revelou quando terminará o período de baixa.
O ainda deputado reage assim ao pedido de André Ventura, que no Parlamento indicou que Miguel Arruda está num estado de "fragilidade psíquica" e aludiu à "evidência dos factos".
À RTP Açores, Miguel Arruda disse que agora o seu lugar era "junto da família" e que tinha "compromissos com os eleitores açorianos".
No plano político, na sexta-feira, 24, o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou que Miguel Arruda tinha passado à condição de não inscrito e que iria ficar sentado na última fila entre as bancadas do Chega e do PSD, como já aconteceu em outras situações semelhantes.
De imediato, o líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, contestou o lugar atribuído a Miguel Arruda e disse mesmo que não se responsabilizaria sobre o que se pudesse passar até ao final da sessão plenária. Porém, o presidente da Assembleia da República remeteu uma decisão final sobre este assunto para a conferência de líderes.
Perante este caso, o presidente do Chega defendeu que Miguel Arruda deveria suspender ou renunciar ao seu mandato de deputado, o que não aconteceu. Miguel Arruda anunciou na sexta-feira passada que se desfiliou do Chega e passou a ser deputado não inscrito na Assembleia da República.
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