Sábado – Pense por si

A qualidade de vida

Ela, como nós, tinha o direito a fazer a asneira toda, sem intervenção externa.

O balanço do ano

Como marketing pessoal, ela usava a auto-depreciação para conquistar a audiência

As luzes de Natal

Quando da rua começo a espreitar para as casas dos outros, fico feliz por terem luzes de Natal

O bolo de fubá

Ser adolescente e não querer mudar o mundo era praticamente uma incongruência, então, eu ouvia a Gal

A força do ódio

Ela fazia valer aqueles 30 minutos. Se pagava, suava. E ninguém precisava de puxar por ela.

As palavras-passe

Uso as tecnologias de forma muito higiénica: se as paguei, quero usufruir delas

A entrega da encomenda

Em modo repeat, à boa maneira portuguesa, aquilo que a empresa de mobiliário prometia não entregava

Os horários escolares

Tudo nas minhas manhãs era feito a custo. Sair da cama era arrancarem-me das entranhas de gerações antes de mim

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