Sábado – Pense por si

Maria Henrique Espada
Maria Henrique Espada

Trabalhei na Visão, na Focus e no Diário de Notícias. Calhou começar na política (em 10, mais ninguém se ofereceu), mas continuar foi responsabilidade minha. Cheguei à SÁBADO em 2006. Quando era estagiária, o meu primeiro diretor, Cáceres Monteiro, corrigiu-me uma asneira dizendo "olha, pá, estamos sempre a aprender". Sempre. 

 

Editorial

O tristíssimo ocaso de Guterres

Não sendo o único culpado dos males do mundo e da casa que governa (mas pouco), Guterres não foi inspirador, não foi exigente, não foi popular, não foi sequer levado a sério. Sai pela porta pequena, nota de rodapé do declínio ético e político da ONU.

Editorial

Operação Câmara Corrupta

O misto de cegueira voluntária e indiferença estudada, quando não cúmplice, face a tamanha coleção de operações já não é um detalhe, corrói a forma como se olha para o poder, e não apenas o autárquico, mas o nacional, aquele que só consegue balbuciar “não é connosco”. É – e cada vez é mais.

Nuno Palma é professor catedrático na Universidade de Manchester e vai mudar-se para a Universidade da Flórida
Maria Henrique Espada

Nuno Palma: “Somos a Venezuela da Europa”

O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.

Maria Henrique Espada

O melhor do mês de maio

Uma fuga épica da corte, várias fugas à justiça, algumas fugas ao escrutínio público, e pistas para fugir daqui para espairecer: maio foi bom, e deixámos sugestões para que possa ser ainda melhor.

Editorial

2029 está a ficar demasiado perto

O vento mudou e agora sopra uma ligeira brisa eleitoral. O que pretende Montenegro estabelecer ao assegurar que “ainda estamos com esse objetivo [o da maioria absoluta] na nossa mira”? Nada disto faz sentido, a não ser que o próprio já não acredite em 2029.

Editorial

Grandes e pequenos crimes

A conclusão do autor resumia-se numa frase: “Se se puserem maçãs boas numa situação podre, ficamos com maçãs podres.” Por isso, quem tem poder – como as polícias – tem de ser enquadrado em salvaguardas institucionais à prova da escalada individual, ou grupal, para o abismo.

'Povo Unido contra a troika' sai hoje à rua
Maria Henrique Espada

A vida numa economia congelada: como se vive num país falido

Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.

Editorial

Jogar só para a tática

As últimas novidades do código laboral não são novidades, são coreografia. Entrou-se na fase em que a discussão substantiva - que, de resto, nunca o foi muito – passou definitivamente para o campo do “a culpa foi do outro”.

Catarina Castro investigada por burla e abuso de confiança
Maria Henrique Espada

Catarina Castro. Do Banco de Fomento para o do tribunal?

Catarina Castro está a ser investigada por burla e abuso de confiança na sequência de uma denúncia por alegadamente se apropriar dos investimentos de vários clientes. É analista na SIC sobre temas económicos e financeiros e integrava até há pouco o Conselho Consultivo do Banco de Fomento.

Maria Henrique Espada

O melhor do mês de março

As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.

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O cerco à Constituinte, a 12 de novembro de 1975, interrompeu os trabalhos mas não os travou
Maria Henrique Espada

O dia C da democracia

A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.

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