Alexandre Pinto da Costa: amores e ódios do empresário com o pai

Alexandre Pinto da Costa: amores e ódios do empresário com o pai
Carlos Torres 22 de novembro

O filho mais velho do presidente portista tem gerado guerras entre os dragões (até já esteve desavindo com o pai). As comissões pela compra e venda de jogadores são o principal foco de tensão. Ele defende-se, diz que a sua influência no clube é “zero”, que não é “um pirata” e que todos os negócios que fez foram proveitosos para o FC Porto.

Em dezembro de 2016, pouco depois de ter ganhado mais umas eleições, Pinto da Costa deu uma entrevista ao Jornal de Notícias onde afirmava que seria "natural" que aquele fosse o seu último mandato, mas que não estava preocupado porque "o FC Porto não é uma monarquia – se fosse teria de preparar o meu filho – e quem manda são os sócios".

E garantiu ainda que não estava a acompanhar a investigação do Football Leaks, em que o nome do seu filho, Alexandre Pinto da Costa, foi noticiado por ter feito negócios com jogadores que violam a lei desportiva.

"É um problema que não me preocupa. Foi a empresa do Alexandre que colocou o Rolando no Marselha. Além de deixarmos de pagar quase um milhão em salários, ainda recebemos cerca de mais um milhão. Se ele recebeu de mais alguém, a mim não me interessa nada, nem me interessa nada se o empresário é meu filho, primo, sogro, genro, amigo ou inimigo. Se o negócio for bom para o FC Porto, eu faço, se não for não faço".

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