Paula Cordeiro
Paula Cordeiro
Urbanista

O planeta da moda que não passa de moda

A ideia de que está nas nossas mãos mudar o mundo é só aparentemente verdadeira porque a mudança tem de partir das grandes empresas que dominam o mercado e que também exploram o próprio consumidor, através de uma espiral de consumo infindável. Há sempre uma nova tendência, um novo must have que duplica a sensação de bem estar.

Urbanista

A grande (e silenciosa) resignação

Mudar é, afinal, o mais difícil de concretizar, mesmo quando anunciamos a mudança e é bastante mais fácil conseguir a submissão porque, em última análise, trabalhamos por amor mas também trabalhamos por dinheiro, nesse contrato social em que um entrega competências e outro retribui com um valor monetário.

Urbanista

Um certo “bom aspecto”

O que fazer quanto tudo é (aparentemente) prioritário? (Des)priorizar, parar e observar. É o que faço quase todos os fins-de-semana, por maior que seja a lista de tarefas profissionais (por vezes até pessoais) para poder recuperar de uma semana maior do que os dias podem contar.

Urbanista

Uma sociedade de abusadores (e de abusados)

Horas a mais, salário a menos, aumentos salariais inexistentes, acumulação de tarefas para cada função, multiplicação de tarefas na mesma função e acumulação de funções, ausência de reconhecimento do valor que cada função tem para a organização, falta de valorização pessoal e profissional, incapacidade para perceber que essa acumulação não se traduz em aumento da produção.

Urbanista

Elon Musk e os apocalipticamente integrados

Talvez por isso, a postura de Elon Musk, contra a maré da autonomia, flexibilidade, produtividade e bem-estar, tenha provocado uma onda de indignação (ondinha, vá, que isto de indignação nas redes é sempre muito menos do que parece), ao obrigar os seus funcionários a regressarem ao escritório. Eu não sei se trabalharia na Tesla e, menos ainda sei o que diria se me obrigassem a 40h semanais num escritório mas sei que a minha reacção ao ler a notícia foi simples: "não".

Urbanista

O valor da aldeia global

Mudou mais depressa a mentalidade do empregado do que a do empregador, razão pela qual os mais competentes saem, os mais corajosos abandonam, os mais eficientes batem com a porta, deixando as empresas com dificuldade em reter e, a seguir, em contratar talento porque são muitos os que já não aceitam as condições que as empresas têm para dar.

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