Paula Cordeiro
Paula Cordeiro
Urbanista

Quem sou eu?

Quem sou eu é a pergunta que raramente nos colocamos e que importa fazer porque, na voracidade dos tempos modernos, parece que não sobra tempo para pensar. Lutámos tanto pelo tempo de lazer e acabámos confrontados com a ausência de tempo e espaço  para descobrirmos quem somos.

Urbanista

(A)normalmente Normal

Longe de defender o retrocesso, especialmente da emancipação feminina que os electrodomésticos e os serviços diversos vieram permitir, defendo, contudo, uma pausa para pensarmos naquilo de que podemos abdicar, a favor de aqui continuarmos por mais uns tempos.

Urbanista

O tempo acabou

Quando leio as notícias e percorro as redes sociais, ocorre-me pensar sobre a razão pela qual uma grande maioria prefere ocupar o tempo perdendo-se em pequenas batalhas virtuais, como se, o facto de alguém estar errado na internet, mudasse o mundo, sobretudo, como se a nossa inércia em o corrigir, corrigisse alguma coisa.

Urbanista

Catastrofista, eu?

É o elefante na sala de que ninguém quer ver, tal como os milhões que entregamos a bancos falidos sem que disso se fale abertamente, ou as contestações que levam a prescrições do que não poderia, jamais prescrever: a corrupção.

Urbanista

O problema não são eles, somos nós

Entre a Eurovisão e outras festas, desviam um avião e vamos todos ficar bem. Será que vamos? A Bielorrússia prende um jornalista e, numa acção que questiona a diplomacia internacional, deixa-nos a pensar no que poderá estar para vir, porque se desconhecem detalhes e consequências.

Urbanista

A liberdade perdida

Não escrevo para que me entendam, escrevo apenas para que pensemos, em conjunto, se ainda seremos livres e se Abril não se terá esfumado na aparente liberdade das redes. Para onde caminha a tecnologia e que fará à nossa (já) liberdade perdida?

Urbanista

Dominados pela tecnologia, vergados pelo ecrã: bem vindos aos almoços grátis do século XXI

Já imaginaram o que seria o instagram se, por um dia, ninguém - ninguém! - publicasse nada? Estamos a falar de empresas privadas cujo objectivo último é o lucro, que criaram dois modelos de negócio admiráveis: não produzem nada, mas inventaram uma plataforma que nos dá voz e permite criar, ou oferecem um serviço que trocamos por informação sobre os nossos comportamentos quotidianos.

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