Apesar de assumir as despesas, a líder bloquista afirmou: "Um governo decente mandaria a fatura ao genocida".
Os quatro ativistas nacionais detidos em Israel e repatriados no passado fim de semana vão ter de reembolsar os custos de regresso que foram pagos pelo Estado Português. Mariana Mortágua reagiu, assumindo que irá pagar e diz ter comprovado "que há ministros sem espinha".
Mariana Vieira da Silva discursa com o brasão de Portugal ao fundoTiago Petinga/ LUSA
A viagem de regresso da coordenadora do Bloco de Esquerda, da atriz Sofia Aparício e dos ativistas Miguel Duarte e Diogo Chaves foi paga pelo Estado português por motivos logísticos e o ministro dos Negócios Estrangeiros disse, em declarações à CNN, que foi "enviado pelos serviços consulares o ofício com o valor integral do custo da viagem, um encargo da responsabilidade dos cidadãos que integraram a flotilha". O gabinete de Paulo Rangel não especificou o valor do repatriamento que cada elemento terá de pagar.
Em resposta ao pedido de reembolso, Mariana Mortágua escreveu na rede social X: "O destino era Gaza. Não era Israel, para onde fomos levados ilegalmente. O Governo decidiu imputar o custo a quem levava ajuda humanitária contra o genocídio. Um Governo decente mandaria a fatura ao genocida". A líder bloquista acrescentou ainda que pagaria as custas, provando a existência de "ministros sem espinha".
O destino era Gaza. Não era Israel, para onde fomos levados ilegalmente. O governo decidiu imputar o custo a quem levava ajuda humanitária contra o genocídio. Um governo decente mandaria a fatura ao genocida. Pagarei o bilhete, comprando a prova de que há ministros sem espinha.
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