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Carvalhal: "Na Turquia, o jipe avariou e de repente tinha à minha volta 20 carros da polícia"

David Novo 06 de janeiro de 2026 às 23:00

A fazer uma pausa sabática, em nome da saúde mental, admite que a família sofreu com a carreira dele. Aborda a infância, os tempos de defesa-central e conta histórias que viveu da Grécia a Inglaterra e os convívios com os melhores treinadores, casos de Klopp, Guardiola ou Mourinho.

A poucos dias de completar 60 anos, Carlos Carvalhal esteve quase duas horas à conversa com a SÁBADO, falando sobre a vida no futebol e não só. Uma carreira de jogador, treinador, diretor técnico e, agora, de comentador televisivo numa altura em que está sem clube por opção e a compensar a família pelas ausências do passado. Dividimos esta entrevista em duas partes, e na primeira (i) ele aborda a infância, os tempos de defesa-central e o início como treinador, com uma passagem complicada pelo Sporting. Na segunda parte, Carvalhal partilha episódios divertidos na Grécia e na Turquia e reforça o fascínio pelo futebol inglês. No final, garante que é imune a pressões e interferências no seu trabalho e que essa postura o impediu de chegar a um patamar mais elevado. 

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