Supostos colares da imperatriz Maria Luísa e da rainha Maria Amélia estão à venda por €31 mil e estão afixados como "novo com etiqueta".
Na Vinted, onde se vendem artigos em segunda mão, há quem esteja a aproveitar-se do assalto ao Museu do Louvre, em França, para tentar vender as supostas joias roubadas, nomeadamente o colar de esmeraldas da imperatriz Maria Luísa e um outro da rainha Maria Amélia. Aqui, cada peça pode custar até €31.500 e, curiosamente, algumas até estão afixadas como "novo com etiqueta".
Colares de Maria Luísa e Maria Amélia à venda online após roubo no LouvreDR
Estes anúncios não passam, no entanto, de brincadeiras que estão a ser realizadas nas redes sociais. Além de estarem a ser vendidas as supostas joias roubadas deste museu francês, há quem esteja a fazer hauls(vídeos que mostram as roupas recentemente compradas) ou a mostrar os seus looks com as joias roubadas, recorrendo para isso a filtros disponíveis no TikTok.
Passados três dias o assalto ao Louvre ainda continua na ordem do dia, pelo menos nas redes sociais. Os utilizadores não dão tréguas pela forma aparentemente pouco sofisticada como todo este crime foi planeado - isto porque os assaltantes fizeram-se passar por trabalhadores, utilizaram um elevador montado num veículo para aceder a uma das janelas do museu e fizeram o assalto em apenas sete minutos.
E se não houve quem assistisse a este momento insólito, que ocorreu em plena luz do dia, os utilizadores das redes sociais exemplificam.
Há também quem tenha aproveitado a Inteligência Artificial para mostrar, em forma de brincadeira, um dos supostos assaltantes: o presidente francês, Emmanuel Macron.
No domingo, dois assaltantes roubaram nove joias da esposa de Napoleão III e da imperatriz Maria Luísa num "valor inestimável". A questão que surge agora, e que se segue à mais óbvia: "Onde estão as joias?", é: "Como é que os assaltantes ponderam desfazer-se destas peças valiosas?".
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São cada vez mais escassas as expectativas de progressão profissional com aumento de rendimentos e melhores condições de trabalho nas presentes condições do mercado laboral.
Estes movimentos, que enchem a boca com “direitos dos trabalhadores” e “luta contra a exploração”, nunca se lembram de mencionar que, nos regimes que idolatram, como Cuba e a Venezuela, fazer greve é tão permitido como fazer uma piada com o ditador de serviço.
Uns pais revoltavam-se porque a greve geral deixou os filhos sem aulas. Outros defendiam que a greve é um direito constitucional. Percebi que estávamos a debater um dos pilares mais sensíveis das democracias modernas: o conflito entre direitos fundamentais.