Quando chegar ao carro esteja atento a garrafas de água na roda, pode ser um assalto
O objetivo é aproveitar um momento de distração e transformar uma situação que parece banal numa oportunidade para um crime.
O objetivo é aproveitar um momento de distração e transformar uma situação que parece banal numa oportunidade para um crime.
Líder do Chega afirmou na rentrée do partido que o estudo divulgado na terça-feira foi pedido porque defendeu a descida da idade da reforma.
Os comunistas consideram que este relatório "deixa clara a estratégia do Governo" de "retirar direitos, desresponsabilizar o Estado e abrir caminho à privatização da Segurança Social".
O filme, uma coprodução entre Portugal, França e Suíça, tem como motor "as pessoas que gravitam à volta" de "um assalto falhado e do desaparecimento de um saco com 180 mil euros", explica o realizador.
Eleições presidenciais realizam-se a 4 de outubro. Há 13 candidatos na corrida ao Palácio do Planalto.
Foram palco de intrigas, festins exóticos, caçadas, hospedaram reis e guardam tesouros - recuperámos as histórias de 10 deles.
Francisco Gomes, que encontrou o gabinete de Ventura “vandalizado”, diz ter graus académicos em Cádiz, Denison, Harvard e Oxford.
A cultura também é frente de guerra. Para reforçar a identidade nacional, criam-se unidades militares culturais. Militares lançam livros. Milhões de livros já foram queimados por bombardeamentos russos.
Têm milhares de seguidores, são ameaçados (incluindo de violação) e alguns convidados para trabalhar para partidos. Estão nas redes sociais porque é onde as pessoas estão e não querem deixar esse espaço vazio para os adversários.
Não se encontrava ninguém na residência do jogador do FC Porto em Canidelo.
Ventura explicou que não é estranho que a porta do gabinete estivesse aberta, uma vez que todas as portas na zona nobre estavam abertas e tem por hábito assim estar.
O alegado roubo no gabinete parlamentar do Chega é pura encenação? Deus me livre de tal pensamento: a realidade, ao contrário da ficção, nem sempre é verosímil. Significa apenas que, no dia em que o dr. Ventura pretender levar aos ecrãs este episódio, terá de o alterar significativamente. Ninguém pagaria bilhete para um filme tão mal-amanhado.
Há várias coisas que tenho a certeza, a primeira das quais é que é impossível fazer um roubo orientado de documentos sem deixar rastro e não é por não haver câmaras de vigilância que esse rastro não existe.
Afinal somos todos cheganos? É que reagir com uma graçola de oportunidade a um episódio destes num órgão de soberania nivela tudo por esse patamar.
Presidente do Chega em entrevista ao NOW.
O discurso do ódio existe, é perigoso e pernicioso, e, infelizmente, a coberto de um pretenso “exercício da liberdade de expressão” está cada vez mais forte.