A destruição da Assembleia da República
Na Assembleia da República, a táctica do Chega é fazer intervenções provocatórias muitas vezes insultuosas, para gerar incidentes e, depois, armar-se ou de valentão ou de vítima.
Na Assembleia da República, a táctica do Chega é fazer intervenções provocatórias muitas vezes insultuosas, para gerar incidentes e, depois, armar-se ou de valentão ou de vítima.
A democracia está com tendências suicidas. Sim, porque quem pode dar-nos o Brasil dos Bolsonaros, são os brasileiros e as asneiras de Lula. Quem conhece história sabe que isto não é novo, e nunca acabou bem. Vamos lá (não) ver.
O homem que transformou Israel num pária internacional, o que colocou todos os judeus do mundo em risco de servirem de vingança, e mais uma série de coisas todas más e violentas e injustas, foi às Nações Unidas mostrar porque razão é procurado como criminoso de guerra.
Robotização, espionagem, controlo e ataque ao controlo dos outros, perturbação generalizada de todos os sistemas que usam informação, mesmo os mais rudimentares, dos semáforos, ao controlo aéreo, análise dos melhores meios para a ofensiva e para a defensiva, armas “inteligentes”. Tudo isto pode dar torto e descontrolar-se? Sem dúvida.
De repente, o segundo avião entra pela torre dentro e seguiu-se uma exclamação de espanto. Nas ruas à volta, nos cafés e restaurantes já havia grupos por todo o lado presos nas imagens. Pouco a pouco, a realidade de um acto terrorista, sem comparação com os do passado, era evidente.
O resultado que o Chega desejava, punir um dos raros polícias que o contrariou no âmago das suas declarações falsas sobre imigração e criminalidade, está adquirido: “queimou” Luís Neves, tornando muito difícil a sua permanência no Governo.
No panorama medíocre dos políticos ocidentais, pouca gente se pode comparar a Zelensky, em guerra, e em paz (ainda) com o Primeiro Ministro do Canadá, Carney
A coisa é pífia, porque a política dos nossos dias é pífia, e a gente espreme o que é dito nesses comícios de Agosto, o mês mais terrível, e não sai nada que não sejam lugares comuns e o vazio
Há uma diferença entre insultar e inventar mentiras e, sobre o primeiro caso, eu tenho um curso completo como alvo, como “cavalgadura ignorante”, “historiador de vão de escada”, “comunista”, “senil”, “com Alzheimar”, “que vive do pote” e “nunca trabalhou na vida”. Também sei de onde vêm estes insultos, sei o papel de nomes falsos e bots.
A identificação nacionalista é um dos temas mais comuns no culto de personalidade. Hitler, Staline, Mao, Trump são os grandes mestres, mas os pequenos imitadores do Chega fazem a mesma coisa.
Há várias coisas que tenho a certeza, a primeira das quais é que é impossível fazer um roubo orientado de documentos sem deixar rastro e não é por não haver câmaras de vigilância que esse rastro não existe.