Sábado – Pense por si

Bons costumes

Mbappé ofendeu o povo chinês

Arcar com o prejuízo, dissimular a ignomínia do «bater cabeça» – assim denominavam os relatos das missões católicas desde o século XVII o ritual kau-táu (kowtow) de levar a testa ao solo em prosternação ante o imperador – é um dado adquirido da diplomacia e dos negócios na República Popular da China.

Eleições no plural

Árabes israelitas são os árabes e os seus descendentes que permaneceram nas fronteiras de Israel após 1948. Têm cidadania israelita plena, direito de voto e os seus próprios partidos políticos com representação parlamentar.

Um menu piço

O meu lema é “come e deixa comer” e não massacro os outros por causa do que comem. Já a mim não massacram, mas às vezes moem um bocado. E pelos vistos alguém não comer carne também dá muita vontade de rir.

Perdeu-se a vergonha

Trump rendeu-se definitivamente aos interesses de Putin e quer fazer de Zelensky bode expiatório do fracasso total que é esta presidência norte-americana. O Kremlin aproveita e projeta possíveis vantagens desta miserável "benesse" de Washington a Moscovo. A Europa, pressionada internamente pelo descontentamento popular, tem de estar à altura do desafio: a Ucrânia não pode cair

Cuidados intensivos

A poesia está na rua

De volta ao Rossio, olho para o rosto dos “manifestantes”, para as roupas, para os gestos. A classe média a brincar às revoluções, com tendas de marca alinhadas como num festival de Verão, segura de que pode voltar para casa dos pais e recolher a mesada.

Editorial

Os malucos da aldeia

O maluco da aldeia de vez em quando acerta. Ainda bem. Mas não devemos deixar de perceber que é do maluco de aldeia que falamos, em vez de aceitar acriticamente a linguagem e as práticas do maluco da aldeia. Sem ofensa para os eventuais malucos da aldeia, até porque estes são da cidade e há ali pelo meio organizações anticapacitistas.

Pedro Santa Clara Tem 60 anos, três filhos e duas netas. Está separado da mulher. Vai ao ginásio quase todos os dias
Bruno Faria Lopes

Pedro Santa Clara: o "influencer" liberal que leva tudo à frente

Em seis meses publicou 800 páginas em ensaios escritos com IA, está a lançar um livro e multiplica-se em entrevistas e colunas nos media. Chegou a catedrático de topo em Finanças nos EUA, é liberal, assumido e provocador na opinião. Tem legiões de fãs e de críticos - incluindo na Nova SBE, na qual liderou a obra do campus de Carcavelos e de onde se afastou em rutura. As suas escolas de formação em IA e software atraem mecenas, incluindo estatais, e milhares de alunos. Quem é, e para onde vai, o novo influenciador liberal.

Jogar Pacman na Fundação Champalimaud

Há óculos que recriam cozinhas e casas de banho muito sujas - é a IA ao serviço dos doentes obsessivo-compulsivos; entrevistas interrompidas pelo estafeta que trás o jantar; e chaves que só se usam uma vez por ano - e mais uma, para a SÁBADO

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