Os Pássaros e a ameaça existencial da IA
A capacidade para nos distanciarmos de grandes riscos iminentes é racional, mas em excesso pode levar à anestesia, como mostra o conto de horror Daphne du Maurier. É onde estamos com a IA em 2026.
A capacidade para nos distanciarmos de grandes riscos iminentes é racional, mas em excesso pode levar à anestesia, como mostra o conto de horror Daphne du Maurier. É onde estamos com a IA em 2026.
Aos poucos, o modelo italiano de privatização das praias vai-se estendendo pelo litoral português, ante uma passividade mais ou menos generalizada.
De repente, o segundo avião entra pela torre dentro e seguiu-se uma exclamação de espanto. Nas ruas à volta, nos cafés e restaurantes já havia grupos por todo o lado presos nas imagens. Pouco a pouco, a realidade de um acto terrorista, sem comparação com os do passado, era evidente.
Fomos ver como têm sido os últimos meses do ex-Presidente: as relações familiares, as viagens, as férias no Algarve. E ainda: o sistema Volta; as histórias de Paulo Madeira.
Ele explicou: é uma máquina digital que recria a experiência e o resultado final das máquinas analógicas
Evan Hubinger, também investigador na Anthropic, confirmou publicamente que estima em mais de 10% a probabilidade de a inteligência artificial extinguir a humanidade na próxima década.
Era já Marshall McLuhan que dizia que os humanos usavam o cérebro fora do crânio. Aquilo a que hoje chamamos inteligência artificial ou computador e a sua memória é um pouco isto: alguém tem o cérebro ao lado do seu corpo e não propriamente dentro dele.
Com a sua habitual sabedoria, Carl Sagan acrescentava que seria uma boa notícia recebermos uma mensagem de uma civilização extraterrestre. Seria a prova de que alguém, algures, conseguira sobreviver à adolescência tecnológica para comunicar de forma interestelar.
Voltámos a falar a sério de escolas, de professores e daquilo que é desejável que aconteça dentro de uma sala de aula. E essa parece ser a melhor - senão a única - boa notícia do PISA para Portugal.
Quem aceita um cargo público não perde a vida privada, mas aceita que o perímetro da mesma recua exatamente até ao ponto onde chega o seu poder de decidir. Confundir as duas situações é querer transformar a privacidade num biombo, num escudo.
À escassez de procuradores soma-se a falta de oficiais de justiça, as limitações nos órgãos de polícia criminal e nas perícias técnicas, além dos constantes desafios logísticos e tecnológicos que continuam a condicionar as infraestruturas judiciárias.
O aperto de mão é, na origem, uma evolução do velho "braço de ferro".
O livro “1984” poderá apenas fazer-nos compreender os mecanismos usados pelos totalitários para conquistar o poder e continuar a dominá-lo sem serem derrubados.
A guerra nos Estreitos de Bad al Mandab e Ormuz é uma das emergências da economia e segurança globais a aguardar melhores dias.
Os atletas de tiro olímpico passam incontáveis horas a treinar não apenas a sua técnica de tiro, mas também as suas competências mentais. Através de exercícios de respiração, de visualização e de meditação, aprendem a controlar os seus pensamentos e emoções, a manter a concentração e a lidar com a ansiedade e o stress da competição.
A questão é saber se Portugal criou um mecanismo acelerado de recrutamento de trabalhadores estrangeiros sem ter construído, paralelamente, um verdadeiro sistema de compliance migratório.