Velho e triste fado
Prepara-se o Governo para aprovar uma verdadeira contra-reforma, como têm denunciado alguns especialistas e o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, num parecer arrasador.
Prepara-se o Governo para aprovar uma verdadeira contra-reforma, como têm denunciado alguns especialistas e o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, num parecer arrasador.
A ‘rentrée’ deste ano, a festinha pontalícia da autosatisfação laranjal, foi uma verdadeira entrada para um labirinto de ressentimento, autismo político, incompreensão sobre um país obrigado a sobreviver para lá do governo.
A auditoria ao INEM é um retrato implacável da opacidade que manda, há anos, em alguns negócios do Estado
A actuação de Graça Carvalho enquanto ministra do Ambiente contrasta claramente com outras esferas ministeriais onde imperam a porosidade clientelar, as influências de grupos de poderes fácticos e a tentação de institucionalização do cartão partidário.
Permanece a ideia insustentável, sibilina, de uma manipulação sombria da justiça contra Sócrates, contra o que ele poderia representar.
A Operação Marquês é uma autópsia fina e implacável do que tem sido a gestão de uma parte do poder político e económico em Portugal.
Crimes como os de corrupção, tráfico de influências, branqueamento de capitais, entraram na lei num dado tempo histórico, mas demoraram – e demoram – uma eternidade a punir alguém.
Gouveia e Melo e Rui Rio querem presidencializar o regime à sua maneira muito própria.
Nenhuma agenda política interna vale alguma coisa face ao genocídio de Gaza e à indiferença americana na Ucrânia.
André Ventura combate-se com verdade e políticas credíveis, não com retórica antifascista.
O novo Papa não viverá na sua concha espiritual e não será um amortecedor político de déspotas.