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O secretário-geral do PCP disse que é na candidatura de Filipe "que está a expressão do programa político dos trabalhadores, do povo e da juventude".
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, fez este sábado um forte apelo ao voto no candidato presidencial Antonio Filipe, garantindo que com ele "cumpre-se a Constituição".
Paulo Raimundo marcha com apoiantes e defende António FilipeMANUEL FERNANDO ARAUJO/LUSA
"Mas é que se cumpre mesmo", afirmou Paulo Raimundo, que discursava num comício em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, onde este sábado se juntou, pela primeira vez desde que começou a campanha oficial, a António Filipe.
O secretário-geral do PCP exortou a que, no dia 18 de janeiro, "cada um leve ao voto o respeito e a dignidade que merece, que cada um leve ao voto a sua própria força, a força de quem trabalha, e se assim for, com António Filipe, a Constituição cumpre-se, mas é que se cumpre mesmo".
"Obrigado por trazeres à campanha eleitoral a realidade da vida, da vida da maioria, das dificuldades, mas também por seres o rosto da esperança, o rosto do projeto de mudança que se impõe e que a tua candidatura transporta todos os dias a ganhar cada vez mais força, mais convicção, mais determinação para o futuro", salientou.
E acrescentou ainda: "Obrigado por dares a possibilidade a tanta gente e a gente tão diferente de terem em quem confiar, de terem com alegria e confiança quem apoiar e em quem votar".
Paulo Raimundo disse que é na candidatura do ex-deputado comunista "que está a expressão do programa político dos trabalhadores, do povo e da juventude".
"É aqui que está a certeza e a garantia de cumprir e fazer cumprir todos os dias, todos os dias na vida de todos, todos os direitos inscritos na Constituição da República Portuguesa", garantiu.
E concretizou que António Filipe é o candidato do artigo 64.º, do direito à saúde do Serviço Nacional de Saúde, mas é também o candidato do artigo 65.º, do direito a uma habitação digna para todos e para cada um, e ainda o candidato do artigo 7.º , o artigo da paz.
"E fazer cumprir a Constituição e o seu artigo 7.º exige a coragem, essa coragem que só o António Filipe tem, a coragem de dar voz à paz, a coragem de dizer não à guerra, não à loucura da corrida aos armamentos", frisou.
E é, segundo Paulo Raimundo, pela "clareza da opção de António Filipe que os trabalhadores devem também eles, sem hesitações, optar pela sua candidatura, que é o mesmo dizer, optar, apoiar e votar no António Filipe", lembrando que o candidato presidencial esteve junto dos trabalhadores na greve geral de dezembro e vai estar, na terça-feira, em mais uma iniciativa da CGTP contra o pacote laboral.
"E os trabalhadores não esquecem quem lá esteve. Não esquecem quem desde sempre disse não ao pacote laboral. Não esquecem com quem, com eles, rejeitou este caminho de retrocesso", frisou Paulo Raimundo.
E, em causa no dia 18, segundo acrescentou, o que está em causa é manter ou agravar a injustiça e a exploração ou se dá força ao caminho que está inscrito na Constituição.
"Porque amanhã, aqui mesmo, em Gaia, no Porto, em Gondomar, em Matosinhos, em cada terra, em cada empresa, em cada escola, em cada serviço, em cada local de trabalho, aqui estão os construtores da tua, nossa candidatura. Amanhã, tal como hoje, somos todos, António Filipe", realçou, por fim, o líder comunista.
O comício encheu o espaço Herança Magna, junto ao Cais de Gaia, onde António Filipe e Raimundo chegaram juntos depois de uma curta arruada.
A iniciativa juntou ainda Sofia Lisboa, mandatária nacional da candidatura, o deputado comunista Alfredo Maia, o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, e ainda a comunista e antiga deputada Ilda Figueiredo.
Os candidatos às eleições presidenciais de 18 de janeiro são Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira.
Paulo Raimundo diz que com António Filipe a Constituição "cumpre-se mesmo"
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