Raimundo diz que Governo está em profunda degradação e não descarta moção de censura
Para o líder do PCP, até o próprio primeiro-ministro “já não conta bem” com os ministros da Educação e da Administração Interna.
Para o líder do PCP, até o próprio primeiro-ministro “já não conta bem” com os ministros da Educação e da Administração Interna.
O secretário-geral do PCP defendeu que "muitas coisas estão por resolver" e estimou a existência de "milhares de estudantes" ainda com as notas suspensas.
"Quanto mais o senhor ministro da Educação fala, mais se justifica o debate que vamos trazer aqui amanhã por iniciativa do PCP", sublinhou, referindo-se também aos problemas recentes com os exames nacionais.
Os deputados vão a banhos nas águas do Algarve e do Oeste, mas são mais criativos a decidir o destino dos seus opositores políticos: há cruzeiros para Cuba, retiros de silêncio, recomendações “graxistas” e até estadias espaciais.
Paulo Raimundo deu como certa a admissão do debate de urgência requerido pelo PCP para sexta-feira.
Depois do chumbo do pacote laboral pela Assembleia da República.
"Saiu-nos do pelo, mas valeu bem a pena. Nos últimos tempos não temos tido a vida fácil, aproveitemos agora para festejar", sublinhou.
Paulo Raimundo defendeu que “o que vai derrotar o pacote laboral vai ser a continuação da luta dos trabalhadores” e disse que o seu partido vai estar “atento a manobras e golpadas do ponto de vista institucional”.
O secretário-geral do PCP disse ainda que a greve geral será uma afirmação de um "não à precariedade, há desregulação das horas de trabalho" e de um "sim aos direitos e à estabilidade".
Secretário-geral do PCP voltou a pressionar Seguro a rejeitar o diploma caso chegue a Belém.
O líder do PCP lembrou que "não é depois da casa assaltada que se põem as trancas à porta".
Esta posição foi assumida na intervenção de abertura do debate desta manhã em plenário, agendado pelo PCP, sobre soberania nacional e defesa da paz.
O PCP já tinha anunciado que vai propor no parlamento um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho.
Montenegro defendeu a necessidade de aumentar a produtividade do país e argumentou que esse crescimento será um dos resultados do conjunto de alterações à lei laboral proposto pelo Governo.
Manifestação contra a reforma laboral realizou-se esta sexta-feira em Lisboa e juntou políticos de vários partidos. O BE garantiu que "a versão entregue é mais grave do que a anterior". Já o PCP acusou o Governo de "tentar impor pela janela aquilo que não conseguiu pela porta".
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.