Líder do PCP quer subir pensões contra "brutal aumento do custo de vida"
O PCP já tinha anunciado que vai propor no parlamento um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho.
O PCP já tinha anunciado que vai propor no parlamento um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho.
Montenegro defendeu a necessidade de aumentar a produtividade do país e argumentou que esse crescimento será um dos resultados do conjunto de alterações à lei laboral proposto pelo Governo.
Manifestação contra a reforma laboral realizou-se esta sexta-feira em Lisboa e juntou políticos de vários partidos. O BE garantiu que "a versão entregue é mais grave do que a anterior". Já o PCP acusou o Governo de "tentar impor pela janela aquilo que não conseguiu pela porta".
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.
O líder comunista discursava no encerramento da XIII Assembleia de Organização Regional de Viseu, em que acusou os partidos da direita de terem "arrastado o país para essa guerra de agressão ao Irão, ao Médio Oriente".
Vários jovens participaram num protesto e dizem ser contra o pacote laboral que consideram "grave".
Ambos os partidos questionam o papel da Base das Lajes no ataque ao Irão e pedem esclarecimentos ao Governo.
O secretário-geral comunista, Paulo Raimundo, afirmou que "a grande notícia do dia" é a "clara derrota" de André Ventura nas presidenciais, enquanto pediu a António José Seguro, Presidente eleito, que "não apoie uma política que afronta" a Constituição.
O secretário-geral do PCP aproveitou para reforçar que espera que as pessoas "participem neste ato democrático".
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Partido alega que em causa não está a opção entre esquerda e direita, mas sim a defesa da democracia.
No rescaldo de uma noite eleitoral sem grandes boas notícias para os comunistas, António Filipe viu-se obrigado a apoiar Seguro na segunda volta.
Líder do PCP apelou à participação nas eleições.
Líder do PCP já votou para as eleições presidenciais, na manhã deste domingo e destacou a função do Presidente da República de "fazer cumprir a Constituição".
"Votem pelas vossas vidas e perante o agravamento daquilo que está e daquilo que querem impor", apelou.
Acompanhado de Paulo Raimundo, António Filipe aproveitou ainda para dizer que nunca escondeu as suas convicções políticas, apesar de saber que o cargo de Presidente da República "é suprapartidário".