Presidenciais: Paulo Raimundo apela "ao voto necessário" em António José Seguro
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Partido alega que em causa não está a opção entre esquerda e direita, mas sim a defesa da democracia.
No rescaldo de uma noite eleitoral sem grandes boas notícias para os comunistas, António Filipe viu-se obrigado a apoiar Seguro na segunda volta.
Líder do PCP apelou à participação nas eleições.
Líder do PCP já votou para as eleições presidenciais, na manhã deste domingo e destacou a função do Presidente da República de "fazer cumprir a Constituição".
"Votem pelas vossas vidas e perante o agravamento daquilo que está e daquilo que querem impor", apelou.
Acompanhado de Paulo Raimundo, António Filipe aproveitou ainda para dizer que nunca escondeu as suas convicções políticas, apesar de saber que o cargo de Presidente da República "é suprapartidário".
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
Paulo Raimundo disse que o Governo quer fazer da a saúde "um grande negócio para um conjunto pequeno de grupos privados".
O secretário-geral do PCP disse que é na candidatura de Filipe "que está a expressão do programa político dos trabalhadores, do povo e da juventude".
O País, o Governo, os sindicatos e os assuntos em apreço continuam pendentes como, presumo, os parcos argumentos do manifestante que achou que a nudez era mensagem política.
O secretário-geral do PCP afirma que é necessário que "o pacote laboral seja retirado da discussão" e que "os trabalhadores não precisam de mais precariedade".
Paulo Raimundo deixa duras críticas num jantar em Braga.
O anteprojeto do Governo de revisão do Código de Trabalho foi o único tema em discussão entre o primeiro-ministro e o líder do PCP.
O líder do PCP, durante a votação para o Orçamento do Estado para 2026, afirmou que não houve um "suspiro" ou um "lamento" sobre os "milhões e milhões de euros" que o documento transfere diretamente para "os cofres dos grupos económicos".
Montenegro apelou às centrais sindicais para que evitem a greve geral.