Despacho de indiciação refere uma reunião na sede do Largo do Rato, mas foi confusão motivada pela escuta em que um dos intervenientes refere estar a passar pelo local.
O Ministério Público (MP) cometeu um terceiro erro no despacho de indiciação da Operação Influencer, que culminou na demissão de António Costa do cargo de primeiro-ministro. Segundo o jornalExpresso, os procuradores referem-se a uma reunião na sede do PS, no Largo do Rato, em Lisboa, que nunca aconteceu.
Pedro Ferreira
O encontro, que teria juntado Vítor Escária (o chefe de gabinete de António Costa), Diogo Lacerda Machado (o "melhor amigo" de Costa e consultor do Start Campus)e Afonso Salema (CEO do Start Campus), não ocorreu na sede do PS: contudo, numa escuta analisada, um dos intervenientes relata que está a passar à frente do local, o que levou ao engano.
Contudo, Escária encontrou-se com Lacerda Machado e com Afonso Salema quatro vezes no seu gabinete no Palácio de São Bento.
Esta reunião é o terceiro erro a ser encontrado no despacho depois do relativo a uma portaria em que se atribuía um favorecimento do Start Campus a João Galamba que afinal nada tinha que ver com o assunto, e do relativo a um erro na transcrição que identificou António Costa (primeiro-ministro) em vez de António Costa e Silva (ministro da Economia).
O jornal adianta ainda que o parágrafo acerca da investigação no Supremo Tribunal a António Costa foi escrito por Lucília Gago.
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