Eleições diretas no PS terminam hoje com reeleição de Carneiro garantida
José Luís Carneiro foi a votos sozinho e sem oposição nas eleições para secretário-geral do PS.
José Luís Carneiro foi a votos sozinho e sem oposição nas eleições para secretário-geral do PS.
Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.
Maria João Santos revela em tribunal que a prestação informal de serviços aconteceu em 2013
A Direção Executiva do SNS deu indicações aos hospitais para cortarem na despesa, mesmo que isso implique abrandar consultas e cirurgias.
Quando a proposta foi entregue José Luís Carneiro já tinha aberto a porta à viabilização do OE2026, assegurando que respeitaria e honraria a palavra que deu aos portugueses de "contribuir para a estabilidade política".
Cresceu com os avós, tratou a mãe com esquizofrenia, foi a Praga a meio de uma revolução, candidatou-se a líder do PS, sarou feridas internas, sobreviveu a um cancro, é maçon e recomenda. Diz que a alguns no PS faz falta saberem o que são questões de vida ou de morte. Não são as da política
"A TAP tem de crescer e, para crescer, precisa de se abrir aos investidores internacionais. Essa é a razão porque entendemos que a opção é uma opção adequada. Entendemos também que Portugal deve manter a maioria da estrutura acionista, a maioria dos seus capitais, para assegurar quatro objetivos primordiais", disse José Luís Carneiro.
O ex-ministro esteve hoje na sede do PS, no Largo do Rato, numa conversa com o secretário geral demissionário.
O líder socialista discursou a partir da sede do PS em reação à notícia de que o MP está a investigar a compra de duas casas.
O líder do PS disse não duvidar de que o PS fez bem em negociar com o Governo e considerou que sem acordo os socialistas estão descomprometidos com o orçamento, "mas comprometidos com o saldo orçamental".
O Governo anunciou esta quinta-feira ter decidido "adotar o modelo de IRS jovem do PS" e "cortar significativamente" a redução prevista para o IRC, aceitando as três diminuições seletivas propostas pelos socialistas.
O primeiro-ministro apresentou a Pedro Nuno Santos uma contraproposta sobre a redução do IRC que, em vez de cair para 17% no final da legislatura, decresce para 15%.
Considerando que foi "muito claro" desde a rentrée socialista, no início do mês, o líder do PS sublinhou que partido não viabilizará um orçamento que inclua as alterações ao regime de IRS e IRC propostas pelo Governo ou qualquer modelação dessas propostas.
Trocou Medicina por Filosofia (que se revelaria mais útil em política), foi para o PS aos 15 anos, mas nunca alinhou em unanimismos – e sofreu as consequências. Mas não está melindrado com ninguém. De Bruxelas, não sai para Belém: “Não tenho essa aspiração.”
Organizam percursos em Lisboa para provar o clássico pastel de carne, elegem o melhor e publicam vídeos no TikTok. E querem adaptar a ideia a caracóis, rissóis e fogaças.
O PS atacou os termos de Passos Coelho, mas também tem cadastro de impropérios. Não há inocentes.