À saída da audiência com o Presidente da República, Luís Montenegro não respondeu diretamente às perguntas da comunicação social sobre a possibilidade de a IL integrar também o executivo ou sobre a eventual apresentação de um Orçamento Retificativo.
O presidente do PSD disse hoje ter a expectativa de ser indigitado primeiro-ministro e de, se esse for o entendimento do Presidente da República, formar Governo com base na maioria "constituída pelos deputados do PSD e do CDS-PP".
REUTERS/Pedro Nunes
À saída da audiência com o Presidente da República, Luís Montenegro escusou-se a responder diretamente às perguntas da comunicação social sobre a possibilidade de a IL integrar também o executivo ou sobre a eventual apresentação de um Orçamento Retificativo.
"Todas as questões que tiverem a ver com o exercício da atividade do governo serão tomadas quando houver governo, comunicadas e explicadas quando houver governo", disse, remetendo para Marcelo Rebelo de Sousa a competência exclusiva de fazer essa escolha.
No entanto, questionado com que maioria pretende governar, se for indigitado, respondeu: "A maior representação parlamentar que há na Assembleia da República que assumirá funções é da AD. Há uma maioria, relativa, não absoluta. Essa maioria é constituída pelos deputados do PSD e do CDS-PP, é com base nessa maioria, se for esse o entendimento do Presidente da República, que apresentaremos o nosso Governo".
Mal terminou esta reunião, que durou cerca de uma hora e 40 minutos, a assessoria da Presidência da República informou que "poderá haver uma nova audiência" ainda hoje ao presidente do PSD e líder da AD, Luís Montenegro, depois de apurados os resultados dos votos da emigração.
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