NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Novidades com vantagens exclusivas: descontos e ofertas em produtos e serviços; divulgação de conteúdos exclusivos e comunicação de novas funcionalidades. (Enviada mensalmente)
NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Novidades com vantagens exclusivas: descontos e ofertas em produtos e serviços; divulgação de conteúdos exclusivos e comunicação de novas funcionalidades. (Enviada mensalmente)
A União Europeia é a maior financiadora da Autoridade Palestiniana e acredita que esta possa ser capaz de governar Gaza de forma eficaz depois de profundas reformas.
Mais de 60 delegações estão reunidas em Bruxelas esta quinta-feira para discutir a reconstrução, a governação e a segurança da Faixa de Gaza, devastada pela guerra.
Conversações sobre reconstrução de Gaza ocorrem em Bruxelas após destruiçãoAP Photo/Jehad Alshrafi
A França e a Arábia Saudita estão a presidir uma reunião do Grupo de Doadores para a Palestina, com foco na forma como a Autoridade Palestiniana pode ser reformada - uma das exigências do plano de paz dos Estados Unidos esta semana aprovado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. Neste momento a Autoridade Palestiniana é responsável pelas áreas semiautónomas na Cisjordânia e, apesar das críticas pela falta de democratização, tem intensificado os seus esforços para se tornar um ator relevante para o futuro da Faixa de Gaza.
A União Europeia é a maior financiadora da Autoridade Palestiniana e acredita que esta possa ser capaz de governar Gaza de forma eficaz depois de profundas reformas, no entanto Israel tem rejeitado categoricamente qualquer envolvimento da Autoridade Palestiniana no processo.
Apesar de ainda não se ter conseguido posicionar como um ator central nas negociações relativas ao futuro do território, especialmente desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, o Bloco europeu tem se esforçado cada vez mais para que a sua voz seja ouvida na resolução da guerra e já afirmou que pretende integrar o Conselho de Paz - que ainda será formado.
O plano apoiado pelas Nações Unidas confere a este conselho a autoridade na Faixa de Gaza como um “comité tecnocrático e apolítico de palestinianos competentes” e vai ser responsável por gerir o dia a dia da administração pública no enclave. Os Europeus acreditam que o Conselho de Paz deva ser constituído, em grande parte, por atuais membros do governo da Autoridade Palestiniana, liderado pelo seu presidente, Mahmoud Abbas.
A carregar o vídeo ...
ONU aprova plano de Trump para o futuro de Gaza. O que está em causa?
A existência de um Conselho de Paz responsável por governar o enclave não tem recebido grande aceitação por parte da sociedade palestiniana, especialmente porque é visto como uma ferramenta dos Estados Unidos e de Israel para controlar a região. É também por isso que os europeus acreditam ser essencial o envolvimento da Autoridade Palestiniana, o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, defendeu que o Grupo de Doadores tem como objetivo “reformar a Autoridade Palestiniana, fortalecê-la para a Autoridade Palestiniana passe a comandar quando chegar a hora”.
A União Europeia quer treinar três mil polícias palestinianos para garantir a segurança da Faixa de Gaza e Jean-Noël Barrot já prometeu enviar cem polícias para integrarem essa missão.
A reunião desta quinta-feira não tem como objetivo angariar fundos para a reconstrução do enclave, no entanto está planeado uma reunião no Egito para esse fim.
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Tudo demora tempo. Tudo custa muito dinheiro. Tudo é disperso pelo território e por centenas, senão mesmo milhares de agentes, entre Estado, autarquias e privados, que tornam qualquer processo de transformação ainda mais lento e custoso.
Só é instaurado inquérito se da notícia, ainda que anónima, constarem factos concretos, minimamente delimitados no tempo, no espaço, nos protagonistas e na conduta, que permitam extrair indícios da prática de um crime.
As redes estão preparadas para alavancar o óbvio: emoção, contradição, discussão. O que nos provoca raiva ou indignação ganha uma força que a mesma história, contada de outra forma, não consegue alcançar. E, por isso, se queremos, realmente, fazer por mudar, o digital ajuda mas não chega.