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O ex-bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, terá o apoio do PSD na corrida à Câmara de Coimbra, contra a decisão da concelhia e da distrital.
A notícia foi avançada por Nuno Freitas, o homem que a concelhia e a distrital do PSD de Coimbra tinham escolhido para defrontar Manuel Machado nas autárquicas deste ano. Num vídeo no Facebook, Freitas anunciou que a decisão já está tomada pela direção nacional e que lhe foi comunicada por José Silvano: o candidato apoiado pelo partido será o independente José Manuel Silva, ex-bastonário da Ordem dos Médicos.
"Fui informado pela direção nacional, pelo seu coordenador autárquico que é o seu secretário-geral, que o PSD decidiu não apoiar a decisão do PSD de Coimbra, dos seus órgãos concelhios e distritais", afirmou Nuno Freitas, revelando que a direção de Rui Rio optou por "não homologar" a decisão das estruturas locais de Coimbra.
"É uma decisão que eu respeito, como militante disciplinado de um partido", diz Freitas, que não deixa de lamentar o que considera ser "uma decisão errada".
Nuno Freitas recorda o que tem sido o mandato do socialista Manuel Machado – que chegou a prometer um aeroporto para Coimbra – afirmando que "o PSD deveria ter usado este tempo para se preparar e apresentar uma alternativa credível e séria" e não apoiar alguém que já tinha ido a votos em 2017 com o movimento independente Somos Coimbra.
Contactado pela SÁBADO, o líder da concelhia do PSD Coimbra, Carlos Lopes, limitou-se a afirmar que a irá reunir a comissão política concelhia esta sexta-feira, remetendo qualquer comentário para depois disso.
Na reunião em que foi aprovada uma deliberação para mandatar José Manuel Silva para prosseguir contactos com PSD, CDS e MPT, saíram 11 dos 22 membros do movimento de cidadãos Somos Coimbra, incluindo quatro fundadores, Seabra Santos, Carlos Fiolhais, Gonçalo Quadros e Carlos Faro.
As demissões aconteceram por haver no movimento independente quem não estivesse de acordo com uma negociação que levaria José Manuel Silva a integrar as listas do PSD, uma vez que a lei eleitoral autárquica não permite coligações entre partidos e movimentos de cidadãos.
As negociações com José Manuel Silva foram encabeçadas por Maló de Abreu, em nome de Rui Rio, à margem das estruturas locais do PSD.
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Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.