Presidenciais: Seguro teve mais um voto do que Ventura em Figueira de Castelo Rodrigo
Segundo os resultados provisórios das eleições de domingo.
Segundo os resultados provisórios das eleições de domingo.
André Ventura ganhou as eleições na Madeira.
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
Segundo anunciou o partido em comunicado.
A informação é poder. E esse poder deriva do conhecimento que temos sobre os factos
Já estão apurados os dois candidatos à segunda volta.
Desde as mais eufóricas às mais silenciosas, houve discursos inflamados e derrotas assumidas. E Manuel João Vieira.
O líder do Chega passou à segunda volta na corrida presidencial. O resultado serviu para fazer mira a São Bento (não a Belém) e proclamar-se como líder do “espaço não socialista”.
O candidato liberal quase conseguiu duplicar a votação face ao espaço da IL, mas não conseguiu passar à terceira volta. Cotrim não quis endossar votos, nem dar a opinião sobre em quem votará na "péssima escolha", como lhe chamou, entre Seguro e Ventura. Afastou candidatar-se à IL, cuja liderança - por Mariana Leitão - considerou estar "bem entregue".
Mário Amorim Lopes considera o Chega uma "ameaça ao Estado de direito".
"O PSD não aprendeu nada com a mutação em curso no próprio sistema político eleitoral e organizou uma campanha à antiga, do século passado", disse o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, no NOW.
"Luís Montenegro inspira-se muito em Cavaco Silva. (...) Na segunda vez que Mário Soares foi a reeleição, Cavaco Silva começou por declarar a neutralidade e disse que não ia apoiar ninguém. E depois Falcão e Cunha veio declarar o apoio do PSD. Esta história de 'não se apoiar ninguém' é muito complicado para o PSD. Os partidos têm responsabilidades", disse Pedro Santana Lopes, na noite eleitoral, no NOW.
A noite foi escura para Henrique Gouveia e Melo. "Estas eleições presidenciais foram umas legislativas", afirmou.
Candidato liberal atribui a culpa do "erro estratégico" ao PSD e a Montenegro.
Candidato admite também que não gostou da declaração de Cotrim de Figueiredo.
Segundo a socialista Mariana Vieira da Silva, "toda a esquerda" percebeu que o voto em Seguro "era a única forma de ter um candidato à esquerda na segunda volta". "As pessoas não quiseram que [Marques Mendes] fosse Presidente da República e isso foi assumido pelo próprio e por Luís Montenegro em nome do PSD", destaca André Coelho Lima.