Margarida Davim
Margarida Davim Jornalista

As minhas primeiras memórias incluem a campanha das presidenciais Soares/Freitas do Amaral. Lembro-me de ficar acordada até tarde para, muito miúda, ver os Congressos do PSD em directo na televisão. Só cheguei a jornalista de política no Sol, depois de passar pela secção de Educação e de fazer parte da equipa de investigação daquele semanário. Mas tudo é política, disso tenho a certeza. Em relação ao resto prefiro fazer perguntas. Enquanto as houver, haverá jornalismo.

OE2022. Costa põe pressão à esquerda
OntemMargarida Davim

OE2022. Costa põe pressão à esquerda

António Costa lembra risco de eleições antecipadas. “O Presidente definiu uma regra muito exigente”, frisou, com um apelo à esquerda. “Devemos todos meditar."

Roseta atrapalha distribuição de pelouros de Carlos Moedas
18 de outubroMargarida Davim

Roseta atrapalha distribuição de pelouros de Carlos Moedas

Carlos Moedas foi para a tomada de posse sem pelouros distribuídos pelos seus vereadores. Há pastas penduradas e uma incógnita trazida pela vontade de Filipa Roseta de se manter deputada. Distribuição de pastas só se fará depois da primeira reunião de Câmara.

Esquerda à espera de reuniões com o Governo
14 de outubroMargarida Davim

Esquerda à espera de reuniões com o Governo

PCP, BE e PEV ainda não voltaram a sentar-se à mesa para negociar com o Governo desde que o Orçamento foi apresentado e ainda não há encontros agendados. No Executivo garante-se que conversas nunca pararam. Mas à esquerda há descontentamento e exigências além do que está no Orçamento.

Orçamento. O plano do Governo para travar a crise política
14 de outubroMargarida Davim

Orçamento. O plano do Governo para travar a crise política

Governo está a "levar muito a sério" a ameaça de chumbo do PCP à proposta de Orçamento do Estado para 2022. Há reuniões e propostas para chegar a acordo com os comunistas. Mas também há um guião para se tudo falhar.

A vitória de Pedro Nuno Santos
12 de outubroMargarida Davim

A vitória de Pedro Nuno Santos

Pedro Nuno Santos pressionou publicamente o ministro das Finanças. Compensou. A CP vai reduzir a dívida, comprar mais material circulante, atualizar salários e poder contratar mais 85 trabalhadores.

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