O ex-ministro age como se já fosse secretário-geral do PS. Em campanha interna, ignora o rival José Luís Carneiro, ataca Montenegro e dedica uma hora a selfies e beijinhos. Para já, evita fechar portas (até à direita).
Pedro Nuno Santos evita fechar portas ao PSD: “Não quero dizer que pode, nem que não pode”
Na estação de serviço de Antuã, pouco antes das 18h do passado domingo, Pedro Nuno Santos estava sentado com um galão e um croissant misto. Na azáfama da campanha interna para secretário-geral do PS, o candidato à sucessão de António Costa vinha de um comício em Guimarães onde passara quase uma hora seguida a dar beijinhos e abraços, com centenas de selfies à mistura, entre os cerca de 1.500 militantes dos 14 concelhos do distrito de Braga que o foram ver ao pavilhão multiusos. “Não sei se é muito comum o que está a acontecer na relação dos militantes com um candidato do PS. É muito motivante”, diz Pedro Nuno Santos à SÁBADO. Aquele lanche era a primeira (e provavelmente única) pausa da tarde. Mas foi breve: o ex-ministro já estava atrasado para outro comício, em Coimbra, e tinha de voltar à estrada. A SÁBADO analisou o dia de campanha à luz de cinco critérios, como já fez com o seu adversário José Luís Carneiro.
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