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Antigo contabilista do GES está arrependido de ter colaborado com a justiça

Francisco Machado da Cruz confessou crimes, revelou factos ao Ministério Público, mas acabou acusado como os restantes gestores do Grupo Espírito Santo. "De nada serviu", lamentam os advogados. Amílcar Morais Pires quer generais angolanos a depor no processo-crime

Foi em vão que  Francisco Machado da Cruz, antigo contabilista da Espírito Santo International (ESI), confessou os crimes na contabilidade do Grupo Espírito Santo e colaborou com a justiça. Acabou, juntamente com os restantes arguidos do processo-crime, acusado pelo Ministério Público, que até o incluiu numa associação criminosa liderada por Ricardo Salgado.

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