Sábado – Pense por si

Carlos Rodrigues Lima
Carlos Rodrigues Lima Grande Repórter


Isto começou no final dos anos 90, com as primeiras reportagens de jogos do campeonato distrital da Associação de Futebol de Viana do Castelo, para os jornais "Alto Minho" e "Correio do Minho" e rádio "Ondas do Lima". Universidade Fernando Pessoa, Escola Superior de Educação de Coimbra e Universidade do Minho foram as três escalas feitas até entrar no mercado de trabalho, onde trabalhei no Portugal Diário, Diário de Notícias e Expresso. O desafio agora chama-se SÁBADO, que continua a sair à quinta e todos os dias na Internet.

A esquadra dos horrores
Carlos Rodrigues Lima

A esquadra dos horrores: todos os depoimentos das vítimas e dos polícias

Horas de crueldade e sadismo dentro do posto da polícia, numa das zonas nobres de Lisboa. Um dos principais suspeitos denunciou colegas e práticas que lhe foram “instruídas” pelos mais velhos, como dar um “tratamento” a determinados detidos. Algumas agressões acabaram publicadas em grupos de WhatsApp para deleite dos seus participantes. “Uma forma de afirmação de poder e domínio absoluto sobre as pessoas”, escreveu a juíza de instrução.

José João Abrantes renunciou ao cargo de presidente na semana passada, alegando "motivos pessoais e institucionais"
Carlos Rodrigues Lima

Super Bock agita Tribunal Constitucional

O (ainda ) presidente do Tribunal Constitucional votou a favor e contra uma taxa criada na Madeira que incidia exclusivamente sobre bebidas alcoólicas. A empresa cervejeira pediu por seis vezes o seu afastamento, mas José João Abrantes reduziu tudo a uma mini… polémica.

O trabalho de Rosário Teixeira, no DCIAP, foi criticado pelos inspetores do Ministério Público que fizeram a auditoria
Carlos Rodrigues Lima

Monte Branco: já houve mais de 120 telefones sob escuta

O processo é o mais antigo do DCIAP, arrastando-se há 15 anos, havendo mesmo dois arguidos que já morreram, entre eles o principal suspeito. Uma auditoria revela que a investigação espera que algo aconteça.

Vieira é arguido na Operação Cartão Vermelho. Nunca foi ouvido na investigação sobre o prédio da FPF
Carlos Rodrigues Lima

Escutas ligam Luís Filipe Vieira ao negócio do prédio da FPF

Um dos empresários que comprou o imóvel é descrito na operação Cartão Vermelho como “testa de ferro” do antigo presidente do Benfica e sem “capacidade financeira”. As conversas mostram que Vieira acompanhou o assunto ao pormenor, mas as suspeitas nunca foram comunicadas ao processo que investiga venda do imóvel.

Joe Berardo foi acusado em julho de 2025 de burla qualificada e este ano de fraude fiscal qualificada
Carlos Rodrigues Lima

Escutas revelam que banqueiros estavam dispostos a perdoar dívida a Berardo

Investigação a Joe Berardo revelou como os homens fortes do BCP e do Novo Banco estavam disponíveis para perdoar mais de metade da dívida de mil milhões. Judiciária descreveu suspeitas de gestão danosa na Caixa Geral de Depósitos, mas ninguém foi acusado. Carlos Santos Ferreira passou património para a mulher.

Em 2013, chefiava a Unidade Nacional de Contraterrorismo e desmantelava a famosa “rede do Multibanco”
Carlos Rodrigues Lima

Luís Neves. Um ministro que fez “faísca” na PJ

Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.

Bruno  Mascarenhas foi alvo de ação de penhora por não pagar a pensão de alimentos, o que o enfureceu
Carlos Rodrigues Lima

"Prostituta", "chulazeca ordinária", "sopeirita". Bruno Mascarenhas condenado por injúrias à ex-mulher

Vereador do Chega em Lisboa tentou reduzir a pensão de alimentos de €350 para €100 e chamou à ex-mulher “prostituta profissional”, “chulazeca ordinária” e “sopeirita do Funchal ‘educada’ em Benfica”. Acusou-a ainda de ter um “corrupio de gajos” em casa, “a quem abres as pernas em frente aos teus filhos”. Ex-mulher acusou-o de violência doméstica.

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

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