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China, Turquia, Israel: os mediadores da guerra russo-ucraniana (e o que querem)

Com a guerra entre Rússia e Ucrânia a prolongar-se, três estados emergiram como potenciais mediadores entre o Ocidente e Vladimir Putin. Quais as suas motivações, e o quão eficazes podem ser?

À entrada da terceira semana de guerra na Europa, as hostilidades não dão sinais de abrandar. Com a ofensiva russa a continuar a bombardear cidades ucranianas, promessas de cessar-fogo e corredores humanitários a serem violados e as conversas entre Vladimir Putin e o bloco ocidental a permanecerem improdutivas, a possibilidade de um entendimento para a paz a curto prazo parece uma perspetiva cada vez mais distante, e a reminiscência da Guerra Fria cada vez mais presente.

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