Se o povo não confia no governo?... Dissolva-se o povo!
A Europa precisa de imigração. Não é uma opinião. É uma evidência demográfica.
A Europa precisa de imigração. Não é uma opinião. É uma evidência demográfica.
Donald Trump perdeu a narrativa. O Irão foi um desastre, o Supremo já lhe tinha travado as tarifas e agora travou-lhe o ataque aos filhos de imigrantes nascidos nos EUA, a inflação que não para de subir. Claro que há sempre aqueles 30 e poucos por cento que abdicaram de pensar pela própria cabeça, mas a sangria nos independentes, nos jovens, nos latinos e nos negros é evidente. Tivessem votado com mais consciência: os sinais estavam todos lá.
E ainda Chicão a ser bidoutor, o ministro da Reforma no Instagram e o SEF a quem o desmantelou.
As eliminações de germânicos e brasileiros pelas seleções de Paraguai e Noruega espantaram os adeptos do futebol. Em 96 anos de história da prova, já houve várias equipas-sensação. Muitas vezes, com vitórias surpreendentes mas que não serviram para nada.
Deputados candidatos à liderança de distritais perderam eleições. Listas apoiadas por desalinhados venceram. Crispação levou a murros, posts e entrada de movimento extremista.
Casal foi visto em clima de grande cumplicidade no Rock in Rio.
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.
O regime cubano, que passou mais de 60 anos a acreditar que a economia podia ser gerida como quem organiza uma festa de aniversário, "tu levas os salgadinhos, eu trato dos refrigerantes e o Estado decide quanto custa cada um", descobriu agora uma realidade surpreendente: tabelar preços produz escassez, filas, mercado paralelo, corrupção e desinvestimento.
Entre a herança de 1776, o pecado original, a polarização política, o impacto de Donald Trump e o papel dos imigrantes portugueses, o politólogo Paul Christopher Manuel analisa os desafios atuais dos Estados Unidos.
Sente-se vergonha ao assistir à cena de absoluta bajulação com que o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, falou a Trump na sala oval, com beija-mãos, beija-pés, beija qualquer coisa, para pretensamente o acalmar na sua fúria anti-europeia que desagua também na NATO.
Uma democracia, por definição, precisa de cidadãos autónomos capazes de se autogovernarem. A cultura do medo corrói estas virtudes democráticas até só restar um rebanho temente e obediente, o sonho húmido de qualquer tirano.
Já se esperava que a dimensão da imigração estivesse subestimada, mas ninguém antecipava os dados revelados pelo INE, que vieram quebrar mitos e refazer contas do PIB.
Mais de 25.000 cidadãos de vários países africanos - Maláui, Zimbabué, Moçambique, Nigéria, Gana, entre outros - fugiram nas últimas semanas, sobretudo em autocarros fretados pelos seus países ou pela África do Sul.
O líder do Governo espanhol defendeu que este processo de regularização extraordinário é "uma decisão boa para a economia" do país e reconheceu que há "desafios" relacionados com a integração.
Tanto em 2020 como em 2025, o INE fez grandes correções às suas estimativas anteriores, aumentando retrospetivamente o crescimento de praticamente todos os anos.