Os serviços municipais de proteção civil estiveram no centro comercial a avaliar o pilar "desalinhado".
A Proteção Civil fez uma avaliação ao estado do pilar do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, que estava desalinhado e concluiu que o mesmo não compromete a segurança dos clientes do espaço comercial. Avaliação do Laboratório Nacional de Engenharia Civil refere também que não existe perigo para a segurança.
Pilar no Colombo com "penso" gera preocupação com segurançaRedes sociais
O problema do pilar no Colombo que estava desalinhado chegou ao Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) de Lisboa através de vários canais e denúncias, tendo este serviço entrado em contacto com a administração do centro comercial de Lisboa e "de forma articulada" com a administração "procedeu a uma vistoria técnica para avaliação" da segurança do espaço.
Os serviços da Proteção Civil concluíram que a falha no pilar "não compromete a normal utilização do espaço", mas recomendou à administração do centro "a realização de estudos e ensaios por entidade credenciada, de modo a validar a integridade estrutural".
A equipa de engenharia do SMPC elaborou um Relatório Técnico resultante da investigação, tendo ainda contado com inputs dos serviços de urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa e do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa que esteve também presente no local.
O SMPC recomendou ainda ao Colombo que contactasse com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para promover "diligências tidas como convenientes por parte desta entidade". O relatório do LNEC confirmou que "não existem evidências que indiciem a existência de perigo para a circulação de pessoas e bens".
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Racha em pilar do Centro Comercial Colombo assusta clientes e comerciantes
A fratura foi numa coluna situada ao lado da entrada do Continente, onde existe também a Leroy Merlin. O pilar ladeia também a loja da Primark, uma das mais concorridas do centro comercial e outras lojas como a C&A e a Primor. A Sonae Sierra, proprietária do centro comercial, afirma que o pilar em causa "está em perfeitas condições de segurança" e que "não existe qualquer fratura, fissura ou dano no betão" e que o que surge nas fotografias é "um desalinhamento no revestimento do pilar, não estando em causa a função estrutural do mesmo".
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