Ministério Público acusou oito jihadistas portugueses de terrorismo

Estão em causa crimes de adesão, recrutamento e financiamento do Estado Islâmico. A maioria dos acusados já terá morrido. Um está preso em Monsanto, outro vive em Londres e Nero Saraiva foi capturado na Síria

O Ministério Público acusou oito portugueses de crimes de terrorismo. Em causa está a adesão, recrutamento e financiamento em benefício do auto-proclamado Estado Islâmico. Para além dos seis jihadistas que pertenciam à que ficou conhecida como a célula de Leyton (Nero Saraiva, Fábio Poças, Edgar e Celso Rodrigues da Costa, Sadjo Turé e Sandro Marques), foram também acusados como membros da rede Rómulo Rodrigues da Costa, atualmente detido no Estabelecimento Prisional de Monsanto e Cassimo Turé, residente em Londres e irmão de Sadjo Turé - que, tal como a SÁBADO noticiou a semana passada, ajudou no recrutamento de um candidato a jihadista britânico.

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