Libertados bens penhorados a Vale e Azevedo há 14 anos

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Decisão do Juízo de Execução de Sintra considera que não foi provado que os bens da casa da quinta onde viviam Vale e Azevedo e a mulher pertenciam ao casal.

A Justiça libertou os bens que estavam à guarda de Vale e Azevedo e da mulher 14 anos depois, avança o jornal Público. O magistrado judicial do Juízo de Execução de Sintra não deu como provado que os verdadeiros donos da Quinta de Cima, em Colares, Sintra, e dos bens que lá se encontram, fossem o casal. Por isso, o recheio foi libertado pela Justiça. 

Cofina Media
Em janeiro de 2007, o recheio da Quinta foi penhorado após um processo de execução interposto por uma sociedade mobiliária inglesa, a St. James Group Limited. Quadros, faqueiros de prata e louças de Cantão figuravam na lista. 

Os bens foram libertados depois de um pedido de embargo da Imaved - Investimentos Imobiliários, que diz ser proprietária da Quinta de Cima, cuja habitação está arrendada à presidente da administração: a mulher de Vale e Azevedo.
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