Secretário-geral do PS diz que apenas recomendou o "perfil de uma pessoa para desempenhar" determinadas funções.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, rejeitou esta quarta-feira que tenha pedido favores ao antigo ministro do Ambiente, Matos Fernandes, referindo que apenas recomendou o perfil de uma pessoa para desempenhar determinadas funções.
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“Não vejo gravidade”: José Luís Carneiro minimiza escutas da Operação Influencer divulgadas pela SÁBADO
“Recomendar o perfil de pessoas para desempenhar funções para quem está na vida pública, na vida cívica, na vida política, fá-lo, não todos os dias, mas com muita regularidade. Eu era, na altura, secretário-geral adjunto do PS e, portanto, era uma prática muito regular no desempenho de funções, ou seja, recomendar perfis de pessoas para desempenhar funções”, disse José Luís Carneiro.
Recorde-se que a SÁBADO revela esta quarta-feira escutas realizadas no âmbito da Operação Influencer e numa delas é descrito que José Luís Carneiro pediu emprego ao então ministro do Ambiente, Matos Fernandes, para o ex-deputado e ex-autarca de Aljustrel Nelson Brito. “Não me esqueci. Nas águas não há nada na administração das empresas a sul do Tejo”, referiu Matos Fernandes, prometendo telefonar ao interessado.
Questionado sobre se pediu um favor, o secretário-geral do PS garantiu: “Não, com certeza que não”.
Quanto a ter sido escutado, o líder dos socialistas, que falava aos jornalistas no Hospital de São João, no Porto, onde foi visitar o Presidente da República internado após ter sido operado a uma hérnia, desvalorizou. “Não sabia, mas também não vejo qualquer gravidade especial nisso”, disse.
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