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Israel tem defendido que trabalha para evitar ferir civil e culpa o Hamas pelas mortes da sua população, afirmando que os seus militantes estão infiltrados em áreas extremamente povoadas e utilizam a população como escudo humano.
O ministro da Defesa de Israel afirmou esta quarta-feira que todos os palestinianos que ainda se encontram na Cidade de Gaza têm agora a “última oportunidade” para a abandonar e que todos aqueles que decidirem não o fazer vão ser considerados militantes do Hamas e enfrentar a “força completa” da ofensiva israelita.
Civis na Cidade de Gaza enfrentam ordens de evacuaçãoAP Photo/Jehad Alshrafi
“Esta é a última oportunidade para os moradores de Gaza que desejam ir para o sul e deixar os terroristas do Hamas isolados na Cidade de Gaza. Aqueles que permanecerem em Gaza serão considerados terroristas e apoiantes do terrorismo”, escreveu Israel Katz no X.
Pelo menos 16 palestinianos foram mortos no enclave nas últimas 24 horas, tendo em conta as informações avançadas pelos hospitais locais, enquanto o Hamas está a avaliar a proposta do presidente dos Estados Unidos para acabar com a guerra.
Israel tem defendido que trabalha para evitar ferir civil e culpa o Hamas pelas mortes da sua população, afirmando que os seus militantes estão infiltrados em áreas extremamente povoadas e utilizam a população como escudo humano.
Desde o início da incursão terrestre de Israel à Cidade de Gaza, no mês passado, cerca de 400 mil palestinianos fugiram da cidade mais populada do enclave, no entanto apesar da destruição várias são as centenas de milhares de palestinianos que permanecem na cidade por falta de condições para sair ou porque se encontram fracos de mais para fazer a viagem para os campos no sul.
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Maioria dos problemas que afetam o sistema judicial português transita, praticamente inalterada, de um ano para o outro. Falta de magistrados do Ministério Público e de oficiais de justiça continua a ser uma preocupação central. A esta escassez humana soma‑se a insuficiência de meios materiais e tecnológicos.