Médio Oriente: Irão ameaça romper negociações após ataque israelita ao Líbano
Israel anunciou hoje que realizou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute, considerados um reduto do grupo armado pró-Irão Hezbollah.
Israel anunciou hoje que realizou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute, considerados um reduto do grupo armado pró-Irão Hezbollah.
Para o chefe da diplomacia francesa, Israel cometeu “uma falha grave” nas relações internacionais e o tema deve ser discutido da ONU.
As tropas israelitas capturaram uma montanha estratégica, encimada por um castelo construído pelos cruzados, no sul do Líbano, classificado pela Unesco.
Imagens de satélite obtidas pela BBC revelam cidades e aldeias no sul do Líbano têm sido arrasadas por Israel.
O primeiro-ministro israelita referia-se, à zona a sul do rio Litani que o Exército israelita ocupa desde a guerra regional que iniciaram, em conjunto com os Estados Unidos, contra o Irão.
Esta quinta-feira, o ministro da defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que os ataques contra o Líbano resultaram em mais de 200 terroristas mortos. Sublinha ainda que as Forças de Defesa de Israel estão prontas para agir caso o Irão ataque Israel.
O ministro israelita avisou ainda que quaisquer ações contra Israel "agravarão os danos económicos e estratégicos" do Irão, levando "ao colapso das suas capacidades".
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou, esta segunda-feira, que as Forças de Defesa de Israel “frustraram” um plano de Majid Khademi, chefe dos serviços secretos da Guarda Revolucionária iraniana. Segundo Israel, Majid Khademi morreu no ataque.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que os ataques contra o Irão vão aumentar “significativamente” nos próximos dias, numa escalada direta do conflito com apoio dos Estados Unidos.
Ministro da Defesa israelita diz que o país eliminou o líder do Conselho Supremo de Segurança do Irão e um general, mas meios de comunicação estatais iranianos não confirmam a morte e disseram até que Larijani ia falar em breve.
O presidente norte-americano, Donald Trump, declarou na segunda-feira que a guerra estava quase terminada, embora depois tenha condicionado o fim a uma rendição incondicional do Irão.
Os jornalistas estrangeiros têm sido impedidos de entrar livremente na Faixa de Gaza desde outubro de 2023.
A expansão de colonatos foi aprovada hoje pelo Gabinete de Segurança de Israel por proposta do ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, e do ministro da Defesa, Israel Katz.
Alemanha tinha anunciado no início de agosto que não iria autorizar mais exportações de equipamento militar que pudesse ser utilizado em Gaza “até ordem em contrário”.
Estado de emergência vigorava desde os ataques de 7 de outubro de 2023. Ministro diz que decisão "reflete a nova realidade de segurança no sul do país".
Israel já tinha lançado, uma série de ataques aéreos contra a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, após acusar o Hamas de atacar uma escavadora militar israelita.