Caso Balogun reaviva a "trumpificação" da FIFA: Infantino e Trump são amigos de longa data
Relação próxima dos dois líderes tem colocado em causa a neutralidade política da FIFA.
Relação próxima dos dois líderes tem colocado em causa a neutralidade política da FIFA.
O ataque do Hamas a Israel, a 7 de outubro de 2023, marcou o início de um conflito que mudou o Médio Oriente. Mil dias depois, o jornalista da AP Joe Federman explica a evolução da guerra, os cessar-fogos acordados e os impactos deste conflito na região.
Mil dias após o início da guerra entre Israel e o Hamas, o cenário na Cidade de Gaza é de total destruição. Há milhares de pessoas deslocadas e em campos improvisados, a viver na incerteza no meio do frágil cessar-fogo entre Israel e o Hamas.
Mantém-se a instabilidade no Médio Oriente, sem o fim da guerra à vista.
14,2 milhões de euros correspndem a doações dos Estados Unidos,que representam 26,2% do total.
Um ataque israelita atingiu um veículo na zona de Al-Maghazi, no centro de Gaza, esta sexta-feira. Segundo o Ministério do Interior de Gaza, controlado pelo Hamas, três homens identificados como polícias morreram no ataque, cujos detalhes não foram comentados pelo exército israelita.
Com as temperaturas a subir e a guerra a prolongar-se, centenas de palestinianos deslocaram-se para a praia de Gaza para encontrar algum alívio face ao calor intenso e das difíceis condições de vida nos campos de deslocados.
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
Se for um manual técnico, um livro que beneficie do hipertexto, uma mensagem curta, etc. fazê-lo num meio digital é uma enorme vantagem. Mas para ler em certas idades ou ler ficção ou poesia noutras é mau. O olhar humano tem limitações, precisa de espaço para ver e folhear não é replicável num ecrã.
Lisboa e Riade defendem que deve ser cumprido o Direito do Mar e o regresso "à situação de liberdade de navegação" em Ormuz, antes do conflito no Médio Oriente.
Ativistas da Oxfam manifestaram-se, esta terça-feira, perto do local onde decorre a cimeira do G7, em França, para chamar a atenção dos líderes mundiais para a crise humanitária em Gaza e para o facto de “82% da população” não ter acesso a água potável.
A presidência francesa do G7 tem como prioridade fomentar a convergência para reduzir os desequilíbrios económicos globais e o chefe de Estado francês quer dar um novo impulso às relações entre o G7 e a China.
Forças israelitas abriram fogo contra o carro da família na cidade de Hebron, ferindo mortalmente o bebé Sam Fahd Abou Haikal. Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967.
O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.
O que Israel está a fazer, negando qualquer aceitação da solução da ONU dos “dois estados”, é incentivar o terrorismo dos colonos, ilegalmente existentes em território da Autoridade Palestiniana, e assim destruir qualquer possibilidade de se viver em grande parte da faixa de Gaza ou no sul do Líbano, pelo arrasar de aldeias e cidades.
O Ministério da Defesa israelita classificou a medida como "seletiva e discriminatória", alegando que constitui uma violação das normas habitualmente aplicadas em feiras internacionais do setor.