Exército israelita abre investigação a morte de bebé palestiniano na Cisjordânia
Forças israelitas abriram fogo contra o carro da família na cidade de Hebron, ferindo mortalmente o bebé Sam Fahd Abou Haikal. Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967.
Forças israelitas abriram fogo contra o carro da família na cidade de Hebron, ferindo mortalmente o bebé Sam Fahd Abou Haikal. Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967.
O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.
O que Israel está a fazer, negando qualquer aceitação da solução da ONU dos “dois estados”, é incentivar o terrorismo dos colonos, ilegalmente existentes em território da Autoridade Palestiniana, e assim destruir qualquer possibilidade de se viver em grande parte da faixa de Gaza ou no sul do Líbano, pelo arrasar de aldeias e cidades.
O Ministério da Defesa israelita classificou a medida como "seletiva e discriminatória", alegando que constitui uma violação das normas habitualmente aplicadas em feiras internacionais do setor.
O líder israelita fez o anúncio durante uma conferência na Cisjordânia ocupada.
Pelo menos três pessoas morreram e 12 ficaram feridas após dois ataques aéreos atingirem a Faixa de Gaza, esta terça-feira. Israel afirmou que o alvo era Mohammed Odeh, apontado como o novo líder da ala militar do Hamas.
A medida anunciada proíbe não só a importação, mas também o trânsito de mercadorias originárias dos colonatos, devendo as empresas neerlandesas no estrangeiro também cumpri-la.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou, este domingo, a morte de Izz al-Din al-Haddad durante uma reunião do governo israelita realizada no Knesset. Netanyahu afirmou que o responsável pela ala militar do Hamas foi “eliminado”, acusando-o de envolvimento em “assassinato, ferimentos e sequestro” de milhares de civis e soldados israelitas.
Duas pessoas morreram e outras ficaram feridas após um ataque aéreo israelita atingir um veículo, na noite de sábado, na cidade de Gaza, segundo autoridades de saúde locais. O exército israelita afirmou ter como alvo um “terrorista do Hamas”, enquanto os serviços de emergência recuperaram os corpos do interior do carro destruído.
Centenas de pessoas participaram, este sábado, no funeral de Izz al-Din al-Haddad, líder da ala militar do Hamas morto num ataque israelita na Faixa de Gaza. Israel descreveu Al-Haddad como um dos últimos comandantes seniores do grupo envolvidos no planeamento dos ataques de 7 de outubro de 2023.
As autoridades de saúde de Gaza indicaram que quatro palestinianos morreram durante o dia na sequência de "disparos das forças de ocupação" na cidade referida, segundo o jornal Filastin.
A investigação foi publicada na segunda-feira sob a forma de crónica pelo colunista Nicholas Kristof.
O partido que lidera, a Fatah, iniciou o primeiro congresso do movimento em 10 anos, em que irá eleger um novo comité central.
Os grupos de defesa dos direitos humanos criticaram a medida, alegando que facilita demasiado a imposição da pena de morte e elimina os procedimentos que garantem o direito a um julgamento justo.
A 70.ª edição do festival Eurovisão vai para o ar debaixo de grande contestação. A permanência de Israel em competição fez com que alguns países desistissem da prova, Espanha incluída.
Sete colonos extremistas ou suas organizações são alvos de sanções, assim como 12 elementos do movimento islamita palestiniano Hamas.