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Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.
A série de bombardeamentos na Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro parecem ter empurrado Donald Trump para uma espiral de ameaças a outros países da América Latina. E o tema da anexação da Gronelândia, um território da NATO que pertence à Dinamarca, voltou à tona.
Trump acena da escada do avião, num contexto de ameaças a Cuba, Colômbia e GronelândiaAP Photo/Alex Brandon
“Acho que Cuba vai ser algo de que acabaremos por falar, porque Cuba é atualmente uma nação falida, uma nação muito falida, e queremos ajudar o povo”, disse Trump à imprensa no sábado, o mesmo dia dos ataques na Venezuela. No dia seguinte, o seu secretário de Estado Marco Rubio disse à NBC que Cuba pode estar “com grandes problemas”. Natural de Miami e filho de cubanos, Rubio não quis especificar sobre os próximos passos e políticas a esse respeito, mas sublinhou que “se vivesse em Havana e estivesse no governo, estaria preocupado”.
No entanto, também no domingo, em declarações aos jornalistas a bordo do Air Force One, o avião presidencial, Trump considerou não ser necessária uma intervenção em Cuba, por considerar que o país está “prestes a cair”. "Não sei como vão resistir. Mas Cuba, agora, não tem rendimento. Obtinha todo o seu rendimento da Venezuela. Do petróleo venezuelano. Não estão a receber nada disso. E Cuba, literalmente, está prestes a cair”, disse o presidente norte-americano.
As declarações no avião presidencial foram também relativas à Colômbia, país que Trump considera estar “muito doente” e “governado por um homem doente que gosta de fabricar cocaína e vendê-la aos Estados Unidos”, acusando o próprio Gustavo Petro, presidente da Colômbia, de “fabricar cocaína”. E ameaçou enviar para a Colômbia uma missão semelhante à que levou a cabo na Venezuela e que terminou com o sequestro de Maduro. Petro rejeitou "profundamente" as acusações e destacou que os EUA "são o primeiro país do mundo a bombardear uma capital sul-americana em toda a história da humanidade", algo que nem sequer foi feito ditadores como Netanyahu, Hitler, Franco ou Salazar, enumerou na rede social X.
EEUU es el primer país del mundo en bombardear una capital suramericana en toda la historia humana. Ni Netanyahu lo hizo, ni Hitler ni Franco ni Salazar
Que terrible medalla esa porque por generaciones no olvidarán los suramericanos.
No mesmo rol de declarações à imprensa, Donald Trump recuperou o tema da anexação da Gronelândia, território autónomo dinamarquês e, por isso, território da NATO. “Precisamos da Gronelândia. … É tão estratégica neste momento. A Gronelândia está cheia de navios russos e chineses por todo o lado,” disse Trump aos jornalistas a bordo do Air Force One. “Precisamos da Gronelândia do ponto de vista da segurança nacional, e a Dinamarca não vai conseguir fazê-lo.” Antes destas declarações, já algumas figuras associadas ao movimento MAGA tinham feito publicações nas redes sociais sobre a anexação da Gronelândia, provocando reações de políticos dinamarqueses. Entre os quais, a primeira-ministra Mette Frederiksen que emitiu um comunicado onde pede ao presidente norte-americano que “pare com as ameaças”. "Os Estados Unidos não têm qualquer direito a anexar uma das três nações do reino da Dinamarca”, declarou.
Esta segunda-feira, a União Europeia tomou uma posição sobre o assunto. "Estamos em contacto com a Gronelândia e o seu primeiro-ministro, Jens Frederik Nielsen, e garantimos que o território não é um pedaço de terra que esteja à venda", referiu na conferência de imprensa diária a porta-voz do executivo comunitário, Paula Pinho, citada pela agência Lusa.
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