Sábado – Pense por si

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

O escritor Gonçalo M. Tavares esteve no NOW e criticou duramente o programa escolar português, que prevê apenas um livro obrigatório por ano, classificando a situação como "absolutamente ridícula". Gonçalo M. Tavares defendeu que a literatura é fundamental para o ensino da língua portuguesa, pois coloca em movimento toda a potência da linguagem, incluindo ambiguidade, ironia e humor. O autor destacou que ensinar gramática sem literatura é "como ensinar a jogar futebol sentados" e disse que os alunos devam ler no mínimo cinco livros por ano, citando exemplos internacionais como França, que recomenda dez livros anuais, e Espanha, com cinco. O escritor defendeu também que José Saramago, "patrimônio mundial", deve continuar obrigatório nas escolas portuguesas e sublinhou ainda é "lido em todo lado".

Mbappé chamou "racista de m****" a Prestianni e arrasou médio do Benfica após o jogo: "Não merece jogar a Champions"

Kylian Mbappé também esteve no olho do furacão durante o episódio polémico que, alegadamente, envolve Prestianni e Vinícius Júnior. Em declarações na zona mista no final do Benfica-Real Madrid (0-1), o avançado francês dos merengues relatou tudo o que o jovem argentino terá dito ao brasileiro no relvado após o golo do Real Madrid, negando-se a dizer o nome do jogador do Benfica. "O número 25 do Benfica, que não merece que eu diga o seu nome (...) não merece voltar a jogar na Champions League", vincou.

Debate com candidatos à Presidência da República em estúdio televisivo
Bruno Faria Lopes

Debate Presidenciais: como se saiu cada candidato (de A a M)

António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.

A Newsletter SÁBADO Edição Manhã no seu e-mail
Tudo o que precisa de saber sobre o que está a acontecer em Portugal e no mundo. Enviada de segunda a domingo às 10h30