Venezuela/Sismo: Sobe para 104 número de portugueses e lusodescendentes mortos
O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.
O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.
Anúncio foi feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.
Há ainda 57 desaparecidos.
Ser do contra e ser alternativa não são a mesma coisa e o PS podia ter percebido isso com o resultado de Pedro Nuno Santos há um ano, que o tornou claríssimo. Carneiro tem de decidir se quer ir para Grândola ou se quer ir para São Bento. O caminho não é o mesmo.
Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial do país.
Vários dias após os fortes sismos que devastaram o norte da Venezuela, continuam a surgir resgates de sobreviventes entre os escombros. Imagens mostram alguns dos momentos mais marcantes das operações de busca, que continuam a alimentar a esperança de encontrar mais pessoas com vida.
Depois de Washington ter classificado dois grupos criminosos do país como organizações terroristas.
Panchita, o papagaio que foi encontrado com vida sete dias depois dos sismos que devastaram o norte da Venezuela, morreu este sábado. O animal tornou-se um símbolo de esperança após ser resgatado dos escombros pelos bombeiros, mas acabou por não resistir, apesar dos cuidados veterinários que recebeu nos últimos dias.
Imagens partilhadas pelo presidente de El Salvador, este domingo, mostram equipas de emergência salvadorenhas a prestar apoio psicológico e emocional a crianças afetadas pelos sismos na Venezuela. Através de jogos e atividades recreativas, os operacionais procuram ajudar os mais novos a lidar com o trauma vivido.
Fabiana vivia no primeiro andar de um prédio que colapsou. Estava na cozinha quando as paredes à sua volta ruíram.
Depois da captura de Maduro não trazido uma mudança de regime, a insatisfação social reforçada pelas consequências do sismo podem levar à contestação social no país.
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Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
As equipas de resgate e os familiares das vítimas continuam a recuperar corpos entre os escombros, 10 dias depois dos sismos que causaram milhares de mortos e deixaram um rasto de destruição na Venezuela.
Andrés Mieles perdeu a família e ficou sem uma perna.
Doar a organizações que trabalham no terreno pode ser uma forma de ajudar a população da Venezuela depois do duplo sismo que matou mais de duas mil pessoas.