Donos do dinheiro contra Bruno de Carvalho

A SÁBADO conta todos os pormenores da polémica que envolve o Sporting na edição impressa de dia 17 de Maio.

Bruno de Carvalho pisou um risco vermelho que, desta vez, lhe retirou todos os apoios. O banqueiro angolano Álvaro Sobrinho, detentor de quase 30 por cento do capital da SAD através da Holdimo, vai exigir um rigoroso inquérito e todas as respostas que têm de ser dadas. José Maria Ricciardi alinha pelo mesmo tom e caminho e proclamou desde os primeiros instantes após as agressões aos jogadores em Alcochete, por parte de um grupo de 50 pessoas de cara tapada, que Bruno de Carvalho não tem condições para continuar.

A SÁBADO apurou que a Holdimo avançou, através do seu vice-presidente e administrador da SAD, Nuno Correia da Silva, com o pedido de inquérito aos acontecimentos mas espera, quase como toda a gente, que Bruno de Carvalho saia por sua iniciativa. Todas as fontes contactadas pela SÁBADO evidenciam o facto de os acontecimentos de terça-feira à tarde representarem a prova de que o clube não tem comando nem um processo de decisão racional.

Foi uma tarde de terror para os futebolistas do Sporting. Pouco depois das 17h, 50 adeptos, com a cara tapada e vestuário ligado às claques, invadiram a Academia de Alcochete, armados com ferros, bastões, cintos e facas, entraram nas instalações onde estavam os jogadores, insultaram­-nos e agrediram-nos.

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