Sábado – Pense por si

Por nossas mãos

Regionalizar para quê?

É preciso dar confiança aos cidadãos de que a criação das regiões administrativas não serve para criar mais lugares para os políticos, mas para verdadeiramente melhorar as suas vidas, através de políticas públicas mais eficientes e que respondam mais rapidamente às necessidades que sentem em cada local. Há 10 anos, ninguém acreditava que uma tão vasta descentralização de competências para os municípios poderia funcionar.

Ver-se Grego

Poucos temas têm sido tão maltratados por este jogo de espelhos como a questão da identidade de género.

Editorial

Consensos? Nem a mercearia resolvem

O que se descreve não é normal, não é regular, não é aceitável e não parece ser bom para ninguém, a começar pelo tão criticado “regime”. Mas se o regime se auto-destrata assim, não se pode queixar de quem não o respeita. A incapacidade para executar mecanismos básicos de substituição de pessoas em vários cargos, e que dependem de acordo parlamentar, não é uma mera burocracia, é um teste aos mecanismos que a Constituição estabeleceu e que sustentam na base a arquitetura democrática.

Nas Autárquicas de 2013, Seguro era líder do PS, Carneiro líder da federação do Porto e Pizarro (à esq.) o candidato à câmara
Rita Rato Nunes

Seguro e Carneiro: Tão amigos que eles eram

Líder do PS foi um fervoroso segurista até ter de garantir a sua sobrevivência política com António Costa. Não houve corte, mas a relação esfriou. Segue-se novo capítulo.

Editorial

Ventura, esse perigoso esquerdista

Ventura pode revelar-se, sem o assumir, tão socialista quanto a oportunidade de ser simpático para os eleitores o dite. Mas ser um partido catch-all na economia enquanto brada a sua pureza direitista é uma espargata com os seus limites, mesmo para um contorcionista experiente.

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