Os mortos desprezados e os vivos desprezíveis
Um ano depois do acidente, Lisboa continua sem Glória e sem vergonha.
Um ano depois do acidente, Lisboa continua sem Glória e sem vergonha.
A medida surge na sequência das crescentes "ameaças" e "instabilidade internacional", segundo o exército dinamarquês.
Nasceram na era dos telemóveis, mas nem por isso se perdem no scroll infinito. Preferem usar a mão para escrever missivas, muitas vezes de conteúdo romântico.
No livro "Neurodesenvolvimento Trocado Por Miúdos", a pediatra Catarina Prior e mais quatro colegas, desmistificam as condições que têm a ver com o desenvolvimento cerebral, como a dislexia ou o défice de atenção e hiperatividade, e explicam os sinais a que é mesmo importante estar atento.
Uma funcionária de uma escola pública denunciou atos violentos contra um menor autista e acabou transferida a apenas três semanas do final do ano letivo. José, de cinco, anos frequenta o jardim de infância da Escola Básica do Lumiar, em Lisboa, mas os pais recusam-se a enviá-lo às aulas. A escola e a Junta de Freguesia do Lumiar, responsável pelo afastamento da denunciante, negam as acusações, mas a família do menor apresentou queixa-crime contra uma assistente operacional e a educadora.
Uma funcionária de uma escola pública denunciou atos violentos contra um menor autista e acabou transferida a apenas três semanas do final do ano letivo. José, de cinco, anos frequenta o jardim de infância da Escola Básica do Lumiar, em Lisboa, mas os pais recusam-se a enviá-lo às aulas. A escola e a Junta de Freguesia do Lumiar, responsável pelo afastamento da denunciante, negam as acusações, mas a família do menor apresentou queixa-crime contra uma assistente operacional e a educadora. Uma reportagem a não perder esta noite, no NOW.
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
Inspirado nos sindicatos de habitação em Espanha, o sindicato está ainda em fase de construção, mas já realiza assembleias todas as semanas.
Carlos Sezões, managing partner da Darefy, fala das profissões mais ameaçadas, das que estão para vir e de como se podem preparar os jovens para trabalhos que ainda não existem.
Segundo dados apurados pela plataforma cívica da metaPROF.
Turma da Escola Básica Nº1 de Prado, em Vila Verde, vence desafio “Cidade Segura”
Ouço cada vez mais que se perdeu a paciência para redes sociais. Ainda não se queixam sobre a Inteligência Artificial com a mesma bonomia mas, acredito, não vai demorar.
Significa isto que devemos pautar toda e cada uma das nossas ações por essa rejeição do machismo? Só ir a concertos de música com letras expressamente feministas? Não ler nem ver cinema com cenas em que mulheres são violadas, agredidas ou destratadas? Esse nunca foi o meu feminismo.
O misto de cegueira voluntária e indiferença estudada, quando não cúmplice, face a tamanha coleção de operações já não é um detalhe, corrói a forma como se olha para o poder, e não apenas o autárquico, mas o nacional, aquele que só consegue balbuciar “não é connosco”. É – e cada vez é mais.
O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.
Matilde Rocha (IL) tem também o pelouro da Educação. Executivo de Pedro Duarte (PSD) nega favorecimento a parceira de coligação.