A nova vida de Pedro Nuno Santos e Mariana Mortágua
O socialista continua com o mandato de deputado suspenso e anda “a vender máquinas” na empresa do pai. A bloquista foi arranjar telhados e está como professora e diretora no ISCTE
O socialista continua com o mandato de deputado suspenso e anda “a vender máquinas” na empresa do pai. A bloquista foi arranjar telhados e está como professora e diretora no ISCTE
Cotrim de Figueiredo parece só São João Batista a anunciar o verdadeiro Messias do "reformismo” (se este um dia vier)
Movimento à direita do Chega equaciona rivalizar com Ventura. Miguel Milhão ambiciona criar o “Quinto Império” e ativistas do resgate de animais aguardam deslize do PAN.
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
Nas suas intervenções recentes, Passos voltou a colocar-se como figura incontornável do centro-direita e da direita democrática. Fê-lo com um discurso claro: crítica à “reforma do Estado em PowerPoint”, denúncia da viciação de concursos públicos, defesa da meritocracia, transparência e exigência na administração.
Os adultos de hoje não querem que os filhos andem lá fora, na tarefa arriscada de serem crianças. Também não querem que andem cá dentro, na Internet – o que implicaria vigilância
Consultor foi eleito vereador em Cascais e teve de entregar declaração de rendimentos e património. Nos Indiscrestos desta semana, tempo ainda para as promoções de uma adjunta do ministro da Educação
Eloy Moreno, autor de Invisível, é um dos escritores espanhóis mais vendidos. Os desafios da era digital e da autoestima nas redes sociais é o tema de Redes, o seu último livro, que chega agora a Portugal
Tenho a esperança de que um desses efeitos da esmagadora vitória do Presidente Eleito seja o de podermos voltar a debater, de uma forma racional e com razoabilidade, as soluções técnicas e políticas para os graves problemas do País que já existiam antes destas intempéries, mas que foram seriamente agravados com a eclosão das mesmas.
Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.
E ainda os dinheiros do movimento criado por João Cotrim Figueiredo e a contratações no Livre
Donald Trump não perdoa a Barack Obama porque o primeiro Presidente negro dos EUA é tudo o que o atual inquilino da Casa Branca nunca conseguiu ser: prestigiado, admirado, competente, agregador. O vídeo dos "macacos" devia ser o fim deste Presidente dos EUA. Só que já não estamos aí. Ao menos em Portugal os eleitores não falharam: foram às urnas, de goleada, dizer que preferem em Belém um homem decente e um democrata acima de qualquer suspeita. Ao menos isso.
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
O líder do Chega reconheceu a derrota, mas volta a expressar o desejo de liderar a direita.
Armando Esteves Pereira, diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, comenta os resultados da sondagem à boca das urnas desta segunda volta das eleições presidenciais, que dá vitória a António José Seguro. Resultados deverão reforçar liderança de André Ventura à direita.