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De Penamacor a Belém, o triunfo do homem “normalíssimo”

Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.

De vez em quando há um apelo. Eu senti-o agora. Não é que eu esteja predestinado para nada. Sou uma pessoa normalíssima.

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