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"Temos de assegurar que a Páscoa não será causa" de novo pico

O Presidente da República aponta como meta chegar à Páscoa com menos de dois mil infetados. "Temos de sair da primavera sem mais um verão ameaçado."

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, alerta para a necessidade de "sair da primavera sem mais um verão ameaçado", apelando para o respeito das regras na Páscoa. 

marcelo
marcelo Manuel de Almeida/Lusa

"Temos de assegurar que a Páscoa não será causa de mais uns meses de regresso ao que vivemos estas semanas", disse o chefe de Estado. E já delineou já um objetivo: "temos ate à Páscoa para descer os infetados para menos de 2000."

Alinhado com o discurso do primeiro-ministro umas horas antes, o Presidente da República apela para a importância de "manter o estado de emergência". Mas não o faz sem antes dar os parabéns aos portugueses, "a única razão para termos orgulho em Portugal". "Ninguém substituía a preciosa ajuda das forças armadas, dos autarcas e dos profissionais de saúde", elogia. "Os portugueses compreenderam que os apoios europeus eram simbólicos."

Não é "tempo para crises políticas"

No seu discurso presidencial, Marcelo Rebelo de Sousa deixa um alerta às forças partidárias: não é tempo para crises políticas. "Já nos basta a crise da saúde e crise económica e social", lamenta. "Nada de crise política, nem de governos de salvação nacional."

Esta quinta-feira, após a reunião de Conselho de Ministros,o primeiro-ministro anunciou que se vai prolongar, "no essencial", o mesmo estado de emergênciados últimos 15 dias, à exceção da retirada da proibição da venda de livros. Mas Marcelo Rebelo de Sousa dá um sinal de esperança: "Foram dias, mais uns, nesta saga de quase um ano, pesado para uns, dramáticos para bastantes. Foram duas semanas difíceis, mas terminaram melhor do que tinham começado."