Além das medidas discutidas pelos parceiros sociais, a AMRR propõe a criação de um cheque habitação anual de até 2.000 euros, pago pelas empresas aos trabalhadores para renda ou crédito habitação, com isenção de IRS e Segurança Social.
A Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR) defendeu esta quarta-feira que a reforma laboral "não deve parar" e sugeriu a criação de um cheque habitação para trabalhadores e a isenção de TSU para jovens contratados sem termo.
HabitaçãoDR
Em comunicado, a associação lamentou a falta de acordo na Concertação Social e considerou que o país precisa de uma lei laboral "amiga da criação de emprego, sobretudo num contexto de forte concorrência internacional e com a dificuldade evidente em reter talento".
"Empresas mais competitivas e produtivas têm maior capacidade para contratar, formar, reter talento e pagar melhores salários", indica ainda a nota.
Além das medidas discutidas pelos parceiros sociais, a AMRR propõe a criação de um cheque habitação anual de até 2.000 euros, pago pelas empresas aos trabalhadores para renda ou crédito habitação, com isenção de IRS e Segurança Social.
"Esta medida aumenta o rendimento útil das famílias, ajuda as empresas a atrair e reter talento e responde diretamente ao peso crescente da habitação no orçamento dos trabalhadores. Trabalhar deve ajudar a pagar a casa", sustenta a associação no comunicado.
A outra proposta consiste na isenção de TSU para as empresas que celebrem contratos sem termo para os trabalhadores jovens durante um período de dois anos.
"A medida deve ser simples, automática e sem burocracia excessiva, premiando quem aposta em emprego estável e incentivando a contratação jovem com vínculo permanente", adianta o comunicado.
A AMRR, criada no contexto da pandemia, representa operadores, marcas e empresas dos setores do retalho e da restauração em Portugal.
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