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Primeiro-ministro sublinha que, apesar disso, que a PJ "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.
O primeiro-ministro afirmou na quinta-feira que está empenhado em nomear rapidamente um novo diretor nacional da Polícia Judiciária, apesar de garantir que a organização "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.
Montenegro garante nomeação rápida de novo diretor da Polícia JudiciáriaEPA/OLIVIER HOSLET
Em conferência de imprensa após a cimeira do Conselho Europeu, em Bruxelas, Luís Montenegro foi questionado sobre porque é que está a demorar tanto para nomear o novo diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), depois de o anterior, Luís Neves, ter sido escolhido para ministro da Administração Interna, em fevereiro.
Na resposta, o primeiro-ministro indicou que não se trata de um "caso invulgar", acrescentando que, "quando o líder máximo de uma organização sai, há aqueles que são os seus adjuntos que assumem interinamente o desempenho das funções de coordenação que caberiam a esse líder máximo".
Montenegro frisou que é isso "que está a acontecer na PJ, que está a funcionar com total regularidade, como aliás se tem assistido todos os dias com trabalhos multifacetados".
"Isso não significa que não estejamos empenhados em rapidamente dar uma nova liderança à PJ e dar continuidade ao trabalho de sucesso que tem sido a marca dominante dos últimos anos", afirmou.
Questionado se descarta que o próximo diretor nacional seja um magistrado, Montenegro não esclareceu, frisando que a resposta a essa pergunta vai ser conhecida na exata altura em que for conhecido o próximo titular da Direção Nacional da PJ".
Luís Neves, diretor-nacional da PJ entre 2018 e 2026, foi nomeado em fevereiro deste ano ministro da Administração Interna, após a demissão de Maria Lúcia Amaral.
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