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Uma traição na alta cultura. Diogo Ramada Curto, o comissário e as ministras

Marco Alves
Marco Alves 28 de abril de 2026 às 07:00

História de uma guerra que envolveu o diretor-geral da BNP, falecido recentemente, o comissário-geral para as comemorações dos 500 anos de Camões e vários governantes

Conta quem estava presente que foi uma cena invulgar, até porque se tratava de um velório. Diogo Ramada Curto, historiador e diretor-geral da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), tinha morrido no dia 11 de abril, e o corpo foi a velar no dia 15, na igreja da Encarnação, Lisboa. A dado momento, viu-se uma mulher a levar um homem pelo braço, e alguém ouviu o que lhe disse: “Não o posso expulsar porque estamos na casa de Deus, mas não o quero aqui.”

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