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Deputado do Chega terá confessado furto de malas de outros passageiros nos aeroportos de Lisboa e Açores. À SÁBADO, o advogado garantiu que se tratava de "uma confusão" por parte das autoridades.
O advogado de Miguel Arruda, José Manuel Castro, garantiu esta quarta-feira, 22 à SÁBADO que não foram apreendidos quaisquer "objetos de valor" nas casas do deputado do Chega. Este terá confessado o furto de malas de outros passageiros nos aeroportos de Lisboa e Açores, segundo o jornal Público. O advogado garante à SÁBADO que os únicos objetos apreendidos foram roupas e uma garrafa, possivelmente de rum.
"As autoridades levaram três malas cheias de nada. Estavam lá apenas coisas dele. Eram peças de roupa, uma garrafa, creio que era de rum", começou por detalhar. "Não havia quaisquer objetos de valor."
A Divisão de Investigação Criminal da PSP realizou buscas na terça-feira nas casas do deputado do Chega, Miguel Arruda, em Lisboa e São Miguel, Açores, e terão sido apreendidas três malas. Esta quarta-feira, o Expresso avançou também que foram apreendidos objetos valiosos como relógios - informação agora contrariada pelo advogado José Manuel Castro. "A polícia nem sabia o que estava a procurar", afirma.
José Manuel Castro garante que "as buscas foram inconclusivas" e definiu toda esta situação como uma "precipitação", apesar de Miguel Arruda já ter confessado o crime.
Confrontado sobre o que poderá ter causado toda esta "confusão", abriu a possibilidade de as autoridades terem confundido a cara do deputado do Chega com a de outra pessoa. "Provavelmente foi isso que aconteceu. Pode ter havido uma confusão, porque realmente é bizarro o que o homem está a ser acusado", sugeriu.
Quanto à verificação das imagens das câmaras de vigilância, inicialmente obtidas pela PSP, José Manuel Castro deixou claro que ainda não teve qualquer acesso às mesmas. Além disso, confessou que não saberia delas se não fossem os meios de comunicação social.
"Eu nem sei que imagens eram essas, mas isso também não funciona assim. Ainda nem teve acesso ao processo. Primeiro têm de levantar a imunidade parlamentar e só depois é que temos acesso ao processo", afirmou.
Segundo noticia o Expresso, ao citar fontes judiciais, Miguel Arruda não foi imediatamente detido pela PSP por ter imunidade parlamentar, mas já foi constituído arguido pelo crime de furto qualificado. Para que o deputado tenha acesso ao processo e seja ouvido será necessário o levantamento da imunidade parlamentar, o que ainda não terá sido feito, garante à SÁBADO o advogado. "Os passos legais ainda estão a decorrer. Não temos ainda qualquer acesso ao processo, só depois da ser levantada a imunidade. Depois disso, está ansioso por esclarecer o sucedido."
José Manuel Castro reforçou que o seu cliente "está inocente". Porém, caso lhe seja levantada a imunidade parlamentar e venha a ser condenado em tribunal, Miguel Arruda poderá ser alvo de pena de prisão efetiva.
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