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Suécia envia militares para a Gronelândia a pedido da Dinamarca

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Donald Trump tem vindo a intensificar as suas ameaças de querer comprar a Gronelândia, localizada no Ártico e território autónomo dinamarquês.

A Dinamarca anunciou esta quarta-feira que vai de forma a reforçar a sua presença no Ártico e no território cobiçado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.  Na sequência deste envio, a Suécia também irá militar na ilha. 

Ulf Kristersson, primeiro-ministro sueco
Ulf Kristersson, primeiro-ministro sueco AP

Na rede social X, o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, escreve que os "oficiais das Forças Armadas" enviados para a Gronelândia "fazem parte de um grupo de vários países aliados" e "que se prepararão para os próximos elementos no âmbito da Operação Arctic Endurance". O líder dos Moderados afirma ainda que o envio de militares suecos foi a pedido do governo dinamarquês. 

O ministro de Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, em  afirmou que "a partir de agora, haverá um aumento da presença militar da Gronelândia e arredores, em cooperação com a aliança da NATO".

Donald Trump tem vindo a intensificar as suas ameaças de querer comprar a Gronelândia, localizada no Ártico e território autónomo dinamarquês. Ainda esta semana o líder norte-americano afirmou que ia tomar a ilha "de uma forma ou de outra" ao considerá-la fundamental para a defesa dos Estados Unidos. 

O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen vai participar hoje numa reunião em Washington com o ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen e a sua homóloga da Gronelândia, Vivian Motzfeldt. Os anfitriões do lado norte-americano serão o vice-presidente JD Vance e o chefe da diplomacia, Marco Rubio. 

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