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Gouveia e Melo considerou que os Estados Unidos estão numa "deriva perigosa" após as ameaças de Donald Trump, que afirmou querer ficar com o território "a bem, ou a mal".
Em dia de voto antecipado, os candidatos presidenciais voltaram a comentar a crise na saúde, mas também temas internacionais, como as ameaças do Presidente norte-americano sobre a Gronelândia e a situação na Venezuela.
Trump diz que os EUA vão agir em relação à Gronelândia “quer eles gostem ou não”
Numa feira em Boticas, no distrito de Vila Real, Gouveia e Melo considerou que os Estados Unidos estão numa "deriva perigosa" após as ameaças de Donald Trump, que afirmou querer ficar com o território "a bem, ou a mal".
"Os Estados Unidos, parece-me que estão numa deriva perigosa. Estão numa deriva perigosa porquê? Porque o poder dos Estados Unidos assenta em três coisas. No poder militar, no poder da moeda, porque é a moeda de referência internacional, e no poder das estruturas internacionais", afirmou, acrescentando que se os Estados Unidos cometerem "o erro de forçarem uma situação na Gronelândia" se vão arrepender.
Sobre o mesmo tema, João Cotrim de Figueiredo alertou que estas mesmas ameaças podem significar o fim da NATO.
"As ameaças que hoje impendem sobre a Gronelândia são um enorme desafio à coesão da NATO e podem, inclusivamente, ser a sua sentença de morte", frisou o também eurodeputado, no final de um almoço fechado com o embaixador da Dinamarca em Portugal, Lars Steen Nielsen, num restaurante em Lisboa.
Também a situação na Venezuela voltou a ser mencionada pelos candidatos, nomeadamente por António José Seguro, que criticou os comentários do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, que, no sábado, disse que um voto no antigo secretário-geral do PS seria um "voto em branco".
"E diga-me uma coisa: sobre a situação dos portugueses na Venezuela o ministro disse alguma coisa? Como é que estão a acompanhar a situação, o que é o Estado português está a fazer, o que é que o Governo português está a fazer, isso é que me preocupa e devia preocupar o ministro dos Negócios Estrangeiros", atirou Seguro, sem nunca se referir diretamente às acusações, durante uma visita ao Mercado de Angeiras, em Matosinhos.
Em São João da Madeira, no distrito de Aveiro, Luís Marques Mendes voltou a comentar o estado da Saúde no país, aconselhando a ministra Ana Paula Martins a explicar o que tem corrido mal no setor, avisando que, em política, "o vazio gera alarme social".
Na companhia do ministro da Economia e da Coesão Territorial de Portugal, Manuel Castro Almeida, Marques Mendes aconselhou a ministra a explicar porque é que "algumas coisas más estão a acontecer na saúde e, ao mesmo tempo, diga o que está a ser preparado para corrigir, qual o caminho e o calendário".
Em Viseu, André Ventura alegou que o Hospital de Santo António, no Porto, recorria a espreguiçadeiras por falta de macas, embora a unidade hospitalar tenha referido que essas estruturas fazem parte de plano de catástrofe e, em 15 anos, nunca foram usadas.
"Há hospitais que não têm dinheiro para macas e estão a comprar espreguiçadeiras", disse Ventura, embora fonte oficial do Hospital de Santo António tenha explicado que aquelas espreguiçadeiras presentes na fotografia já partilhada nas redes sociais do candidato fazem "parte de um plano de catástrofe" de resposta da unidade a grandes acidentes ou desastres naturais com elevado número de feridos.
Gronelândia e Saúde voltam a marcar a campanha em dia de voto antecipado
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