Dois portugueses pediram ajuda para sair do Irão devido à violência
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
Gouveia e Melo considerou que os Estados Unidos estão numa "deriva perigosa" após as ameaças de Donald Trump, que afirmou querer ficar com o território "a bem, ou a mal".
Luís Marques Mendes e André Ventura, candidatos às eleições presidenciais, anunciaram que estarão presentes.
O Equador junta-se à Argentina, ambos com governos de direita, como aliados dos Estados Unidos, que têm sido publicamente destacados após a captura do líder venezuelano, que suscitou múltiplas críticas da comunidade internacional.
Trata-se da primeira mudança anunciada por Delcy Rodríguez desde que assumiu o cargo, após a captura de Nicolás Maduro.
Portugal quer pela quarta vez um lugar não permanente no Conselho de Segurança. “Abordo sempre este tema em qualquer viagem”, assume Paulo Rangel.
"devemos tirar as conclusões que nos levem a poder criar um processo democrático que traga mais bem-estar para toda a Venezuela e para os portugueses que lá vivem", disse.
Maria Cristina Castanheta viu cargo na Hungria ser oficializado pelo Presidente da República no passado 22 de dezembro.
Candidato considera que o Executivo devia ser "taxativo a condenar todas as invasões".
A SÁBADO teve acesso a uma carta enviada ao ministério dos Negócios Estrangeiros.
Questionado sobre Edmundo González, candidato da oposição que reclama a vitória nas eleições presidenciais de julho de 2024, Rangel considerou tratar-se de "uma solução a prazo perfeitamente aceitável, talvez a preferível".
País da América Latina tem uma relevante comunidade emigrante portuguesa.
Através de contactos diretos com a comunidade madeirense naquele país.
Após as explosões ouvidas durante a madrugada em Caracas.
Marcelo Rebelo de Sousa considera que "é mesmo urgente promulgar e publicar o presente diploma para evitar vazios legais" e regista que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "não participou na deliberação, como tinha anunciado".
É a relatora de um dos dossiês europeus mais sensíveis dos próximos anos: o financiamento até 2034. As negociações complicam-se e os países não se reveem nas prioridades da Comissão Europeia.